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Treinamento físico e frequência cardíaca de repouso em ratos idosos: avaliação da frequência cardíaca intrínseca e da modulação autonômica (1997)

  • Authors:
  • USP affiliated authors: KALIL, LUCIANA MARA PINTO - EEFE
  • USP Schools: EEFE
  • Sigla do Departamento: EFB
  • Subjects: FISIOLOGIA DO EXERCÍCIO; IDOSOS; TREINAMENTO ESPORTIVO
  • Language: Português
  • Abstract: Estudou-se o efeito do treinamento físico sobre a frequência cardíaca de repouso, sobre a frequência cardíaca intrínseca e sobre a regulação autonômica direta da frequência cardíaca de ratos considerados idosos. Foram utilizados ratos Wistarmachos, com idade entre 24 e 48 meses. Os animais foram aleatoriamente divididos em dois grupos, sedentário(S), com idade média de 34'+ ou -' meses, e massa corporal média de 492'+ ou -'83 g e treinado(T), com idade média de 30'+ ou -'5 meses e massa corporal média de 429'+ ou -'100 g. O grupo T foi submetido a 10 semanas de treinamento físico de moderada intensidade, enquanto o grupo sedentário foi apenas manipulado durante este período. Utilizou-se duplo bloqueio farmacológico para determinação da frequência cardíaca intrínseca. Bloqueios farmacológicos autonômico unilaterais permitiram o cálculo do tônus e do efeito vagal, bem como do tônus e do efeito simpático. Registrou-se a freqüência cardíaca batimento a batimento, com freqüência de aquisição de 500 Hz. Para verificar diferenças entre os grupos, realizou-se Teste-t de Student para dados nò pareados, considerando-se como significante p'< ou -'0,05. O grupo T apresentou freqüência cardíaca de repouso significantemente menor do que o grupo S (286'+ ou -'12 vs. 311'+ ou -'17 bpm, respectivamente), o mesmo acontecendo com a freqüência cardíaca intrínseca (263'+ ou -'29 vs. 321'+ ou -'45 bpm, respectivamente). Não houve diferença na atividade vagal, tanto considerando-se o efeito(110'+ ou -'35 vs. 115'+ ou -'22bpm), quanto o tônus vagal (21'+ ou -'21 vs. 44'+ ou -'33bpm) em T e S, respectivamente. (Continua)(Continuação) A influência simpática para o coração também mostrou-se semelhante entre T e S, tanto considerando-se o tônus (122'+ ou -'43 bpm, em T vs. 106'+ ou -'36 bpm, em S) quanto o efeito simpático (34'+ ou -' bpm, em T vs. 35'+ ou -'17 bpm, em S). Conclui-se que em ratos idosos o treinamento físico de moderada intensidade: a) reduziu a ) freqüência cardíaca de repouso, conforme esperado, b) reduziu a freqüência cardíaca intrínseca, c) não alterou o efeito vogal sobre a freqüência cardíaca, d) não alterou o tônus vagal sobre a freqüência cardíaca, e) não alterou o efeito simpático sobre a freqüência cardíaca, f) não alterou o tônus simpático sobre a freqüência cardíaca e, portanto, g) promoveu bradicardia de repouso, essencialmente às custas de redução da freqüência cardíaca intrínseca
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 03.02.1997

  • Exemplares físicos disponíveis nas Bibliotecas da USP
    BibliotecaCód. de barrasNúm. de chamada
    EEFE10300000050T 796.022 K-4
    How to cite
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    • ABNT

      KALIL, Luciana Mara Pinto; WAJNGARTEN, Maurício. Treinamento físico e frequência cardíaca de repouso em ratos idosos: avaliação da frequência cardíaca intrínseca e da modulação autonômica. 1997.Universidade de São Paulo, São Paulo, 1997.
    • APA

      Kalil, L. M. P., & Wajngarten, M. (1997). Treinamento físico e frequência cardíaca de repouso em ratos idosos: avaliação da frequência cardíaca intrínseca e da modulação autonômica. Universidade de São Paulo, São Paulo.
    • NLM

      Kalil LMP, Wajngarten M. Treinamento físico e frequência cardíaca de repouso em ratos idosos: avaliação da frequência cardíaca intrínseca e da modulação autonômica. 1997 ;
    • Vancouver

      Kalil LMP, Wajngarten M. Treinamento físico e frequência cardíaca de repouso em ratos idosos: avaliação da frequência cardíaca intrínseca e da modulação autonômica. 1997 ;