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Investigação numérica da variabilidade de mesoescala na confluência das correntes Brasil-Malvinas induzida pela atmosfera (1999)

  • Authors:
  • USP affiliated authors: GIAROLLA, EMANUEL - IAG
  • USP Schools: IAG
  • Sigla do Departamento: ACA
  • Subjects: METEOROLOGIA; INTERAÇÃO AR-MAR
  • Language: Português
  • Abstract: O modelo oceânico de coordenadas isopicnais de Miami (MICOM) foi aplicado em uma bacia oceânica limitada entre '20 GRAUS' - '50 GRAUS'S e '65 GRAUS' - '20 GRAUS'W, com 11 camadas de resolução vertical e '1/4 GRAUS' de resolução horizontal, para (1) estudar os processo dinâmicos e a variabilidade sazonal da circulação oceânica na região da confluância Brasil-Malvinas e (2) investigar os efeitos da passagem de um ciclone atmosférico sobre o oceano. Apenas a tensão do vento foi considerada como forçante. Por se tratar de uma bacia fechada, a Corrente das Malvinas, que se forma a partir da Corrente Circumpolar Antártica, foi gerada artificialmente por tensões descritas por uma função senoidal. No primeiro experimento, as tensões foram mantidas constantes no tempo. Após sete anos de simulação, uma configuração muito realista dos vórtices na Corrente do Brasil e da confluência Brasil-Malvinas foi observada. Em outros dois experimentos, variações sazonais foram incluídas na função senoidal. A região da confluência concentrou de 40% a 70% da energia cinética turbulenta de toda a bacia, e variabilidades foram observadas no posicionamento extremo das correntes, causadas principalmente pela resposta não linear da circulação oceânica. Análises da evolução das energias potencial e cinética apontaram a presença de instabilidade baroclínica como um importante mecanismo de intensificação dos vórtices. Na segunda parte do trabalho, o modelo foi integrado por 28 dias forçadopor tensões do vento com um ciclone com cerca de '5 GRAUS' de raio passando pela bacia oceânica em cerca de 10 dias no sentido NW-SE. Um segundo experimento considerou um ciclone com metade do raio anterior. Os resultados foram comparados com um terceiro experimento sem a presença dos ciclones. As anomalias na elevação da superfície persistiram mesmo depois da passagem do ciclone, concentrando-se principalmente na região da confluência das correntes, sendo ) que as causadas pelo ciclone menor apresentaram amplitude menor e tempo de decaimento maior. Cálculos da divergência das velocidades mostraram a presença de um trem de ondas na trilha por onde os ciclones passaram, com maior amplitude no experimento com ciclone menor. Estimativas do rotacional das velocidades indicaram a persistência de perturbações mesmo depois da passagem do ciclone, especialmente no caso do ciclone menor, indicando que o ciclone menor transfere mais energia aos modos rotacionais, em concordância com estudos semelhantes feitos na atmosfera
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 05.08.1999

  • Exemplares físicos disponíveis nas Bibliotecas da USP
    BibliotecaCód. de barrasNúm. de chamada
    IAG30200021731ACA97 Gia i
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    • ABNT

      GIAROLLA, Emanuel; CAMPOS, Edmo José Dias. Investigação numérica da variabilidade de mesoescala na confluência das correntes Brasil-Malvinas induzida pela atmosfera. 1999.Universidade de São Paulo, São Paulo, 1999.
    • APA

      Giarolla, E., & Campos, E. J. D. (1999). Investigação numérica da variabilidade de mesoescala na confluência das correntes Brasil-Malvinas induzida pela atmosfera. Universidade de São Paulo, São Paulo.
    • NLM

      Giarolla E, Campos EJD. Investigação numérica da variabilidade de mesoescala na confluência das correntes Brasil-Malvinas induzida pela atmosfera. 1999 ;
    • Vancouver

      Giarolla E, Campos EJD. Investigação numérica da variabilidade de mesoescala na confluência das correntes Brasil-Malvinas induzida pela atmosfera. 1999 ;