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Avaliação da identidade imunológica entre componentes protéicos da fração lectínica de exoantígenos de Paracoccidioides brasiliensis (2000)

  • Authors:
  • USP affiliated authors: FORTUNATO, ANALIA SULAMITA CASABONA - FMRP
  • USP Schools: FMRP
  • Sigla do Departamento: RPM
  • Subjects: IMUNOLOGIA
  • Language: Português
  • Abstract: Paracoccidioides brasiliensis é responsável pela mais frequente micose sistêmica que afeta a população da América Latina. A doença é adquirida pela inalação de formas infectantes (conídios), presentes no meio ambiente. A patogenicidade de doenças infecciosas é frequentemente influenciada por antígenos somáticos ou antígenos secretados pelo agente causal; onde glicoconjugados a lectinas são especialmente relevantes, fato que motivou nossa investigação de exoantígenos glicosilados de P. brasiliensis. Uma fração de exoantígeno de leveduriformes de P. brasiliensis foi isolada por ligação à jacalina imobilizada (ME) e eluição com D-galactose 0,4 M. Sua análise por SDS-PAGE corado pela prata, revelou banda majoritária de 190 kDa, às vezes associada com componentes de 70 e S kDa. Demonstrou-se que JBE é dotada de propriedade lectínica, responsável por sua adsorção em N-acetilglucosamina imobilizada. Quando analisada eletroforeticamente, a lectina purificada, denomninada paracoccina, mostrou-se fundamentalmente constituída de cadeia peptídica de 70 kDa, irregularmente associada a componente de maior mobilidade, fracamente corado. Antissoros anti-paracoccina, no Western blot geraram padrão similar de reconhecimento frente a preparações de exoantígeno bruto, fração de exoantígeno ligante de jacalina (3BE) ou paracoccina. Anticorpo anti-paracoccina localizou a lectina na superficie de leveduras de P. brasiliensis, com predomínio nas regines de brotaento.Paracoccina liga-se de forma dose-dependente, à laminina, da matriz extracelular, ligação esta que é inibida por N-acetilglucosamina maior que D-glicose maior que D-manose. A expressão da lectina na superfície de leveduras de P. brasiliensis e sua propriedade de ligar-se à laminina, sugere que paracoccina possa ter papel relevante na adesão do fungo e invasão de tecidos do hospedeiro, favorecendo o parasitismo
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 08.08.2000

  • Exemplares físicos disponíveis nas Bibliotecas da USP
    BibliotecaCód. de barrasNúm. de chamada
    FMRP11200058877Fortunato, Anália Sulamita Casabona
    How to cite
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    • ABNT

      FORTUNATO, Anália Sulamita Casabona; BARREIRA, Maria Cristina Roque Antunes. Avaliação da identidade imunológica entre componentes protéicos da fração lectínica de exoantígenos de Paracoccidioides brasiliensis. 2000.Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto, 2000.
    • APA

      Fortunato, A. S. C., & Barreira, M. C. R. A. (2000). Avaliação da identidade imunológica entre componentes protéicos da fração lectínica de exoantígenos de Paracoccidioides brasiliensis. Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto.
    • NLM

      Fortunato ASC, Barreira MCRA. Avaliação da identidade imunológica entre componentes protéicos da fração lectínica de exoantígenos de Paracoccidioides brasiliensis. 2000 ;
    • Vancouver

      Fortunato ASC, Barreira MCRA. Avaliação da identidade imunológica entre componentes protéicos da fração lectínica de exoantígenos de Paracoccidioides brasiliensis. 2000 ;