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Epidemiologia da leptospirose em animais silvestres na Fundação Parque Zoológico de São Paulo (2000)

  • Authors:
  • USP affiliated authors: CORREA, SANDRA HELENA RAMIRO - FMVZ
  • USP Schools: FMVZ
  • Sigla do Departamento: VPS
  • Subjects: ZOONOSES; LEPTOSPIROSE; ANIMAIS SILVESTRES
  • Language: Português
  • Abstract: Com o objetivo de conhecer melhor a epidemiologia da leptospirose dentro de Fundação Parque Zoológico de São Paulo, foi realizado um estudo sorológico nos animais silvestres mantidos em cativeiro, no período de 1996 a 1999. Foram colhidas amostras de sangue de 302 animais atendidos na rotina da Divisão de Veterinária, onde 59 apresentaram resultado positivo (19,5%) para a prova de Soroaglutinação Microscópica. Os sorovares mais prováveis para o conjunto total de resultados foram: copenhageni (15/59=25.4%), pomona (13/59=22%) e castellonis (10/59=16.9%). Entre as ordens e famílias de animais silvestres examinadas os sorovares mais prováveis foram : Ordem Primata : copenhageni (13/25=52%), castellonis (5/25=20%) egrippotyphosa (2/25=8%). Família Felidae : pomona (12/17=70.5%), icterohaemorrhagiae (2/17=11.7%) e grippotyphosa (1/17=5.8%). Família Cervidae : mini (1/1=100%). Família Bovidae : copenhageni (2/3=66.6%), pomona (1/3=33.3%). Ordem rodentia :castellonis (2/3=66.6%). Família Macropodidae : sentot (1/1 = 100%). Familia Girafidae : castellonis (1/1 = 100%). Animais sinantrópicos da família muridae, (Rattus norvegicus) e da família didelphidae (Didelphis marsupialis), também foram submetidos a exames sorológicos e bacteriológicos para a pesquisa de leptospirose. Apenas os roedores sinantrópicos apresentaram provas bacteriológicas e sorológicas positivas para o sorogrupo Icterohaemorrhagiae permitindo afirmar o envolvimento destes animais na cadeia detransmissão da leptospirose dentro da Fundação Parque Zoológico de São Paulo. Duas áreas, o Setor Extra 1 e a Alameda dos Felinos, foram consideradas críticas por apresentarem maiores freqüências de sororeatores. As razões desta constatação foram discutidas e medidas de profilaxia e controle para a leptospirose no ambiente da Fundação Parque Zoológico de São Paulo foram sugeridas
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 21.12.2000

  • Exemplares físicos disponíveis nas Bibliotecas da USP
    BibliotecaCód. de barrasNúm. de chamada
    FMVZ11300000658T.934 FMVZ e.2
    How to cite
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    • ABNT

      CORRÊA, Sandra Helena Ramiro; FERREIRA NETO, José Soares. Epidemiologia da leptospirose em animais silvestres na Fundação Parque Zoológico de São Paulo. 2000.Universidade de São Paulo, São Paulo, 2000.
    • APA

      Corrêa, S. H. R., & Ferreira Neto, J. S. (2000). Epidemiologia da leptospirose em animais silvestres na Fundação Parque Zoológico de São Paulo. Universidade de São Paulo, São Paulo.
    • NLM

      Corrêa SHR, Ferreira Neto JS. Epidemiologia da leptospirose em animais silvestres na Fundação Parque Zoológico de São Paulo. 2000 ;
    • Vancouver

      Corrêa SHR, Ferreira Neto JS. Epidemiologia da leptospirose em animais silvestres na Fundação Parque Zoológico de São Paulo. 2000 ;

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