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Alterações anatômicas e físico-químicas associadas ao armazenamento refrigerado de pêssegos (2001)

  • Authors:
  • USP affiliated authors: BRON, ILANA URBANO - ESALQ
  • USP Schools: ESALQ
  • Sigla do Departamento: LCB
  • Subjects: DISTÚRBIOS FISIOLÓGICOS DE PLANTAS; FISIOLOGIA PÓS-COLHEITA; PÊSSEGO
  • Language: Português
  • Abstract: A refrigeração é o método mais recomendado para o armazenamento de frutas e hortaliças, estendendo dessa forma o período de comercialização desses produtos. Para que possam ser desenvolvidas técnicas adequadas de armazenamento é necessário o conhecimento do potencial de conservação de cada produto, e até mesmo de cada cultivar. O presente trabalho teve como objetivo avaliar o potencial de conservação de pêssegos das cultivares Aurora-1 e Dourado-2. No primeiro ensaio os frutos foram armazenados a 0, 3 e 6'GRAUS'C por 14, 21, 28 e 35 dias (+ 2 dias de comercialização simulada a 25'GRAUS'C). No segundo experimento os frutos foram armazenados a 0 e 3'GRAUS'C por 7, 14, 21, 28 e 35 dias (+ 2 dias de comercialização simulada a 25'GRAUS'C). O delineamento experimental foi inteiramente ao acaso em esquema fatorial com quatro repetições de seis frutos. Os frutos foram avaliados quanto às características físico-químicas (perda de matéria fresca, sólidos solúveis totais, acidez total titulável, coloração externa, e firmeza da polpa) e anatômicas. Pêssegos 'Dourado-2' mostraram-se sensíveis ao armazenamento refrigerado. Após 7 dias de armazenamento a 3'GRAUS'C e 14 dias de armazenamento a 0'GRAU'C, esses frutos apresentaram sintomas de lanosidade caracterizados pela queda brusca na firmeza e ausência de sucosidade na polpa. Anatomicamente, os sintomas no mesocarpo dos frutos foram caracterizados pelo afastamento das paredes de células adjacentes e acúmulo de substânciaspécticas no interior das células e nos espaços intercelulares. A exposição dos frutos a temperaturas que causam "chilling" provoca mudanças na atividade de enzimas pectolíticas, levando a um acúmulo de substâncias pécticas desesterificadas de alto peso molecular. Essas substâncias têm capacidade de reter água , formando um gel, o que explica o decréscimo da firmeza e a ausência de sucosidade nos frutos. Pêssegos 'Aurora-1' sofreram reduções na firmeza ) sem compremeter a qualidade dos frutos, podendo ser conservados por até 35 dias a 0 e 3'GRAUS'C. Mesmo ao final do período de armazenamento, as células do mesocarpo não apresentaram alterações típicas da lanosidade. Aos 35 dias de armazenamento a 6'GRAUS'C os frutos de ambas cultivares estavam sobremaduros sem condições de comercialização
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 30.08.2001

  • Exemplares físicos disponíveis nas Bibliotecas da USP
    BibliotecaCód. de barrasNúm. de chamada
    ESABC10500019307t634.425 B869a ex.2 77446
    How to cite
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    • ABNT

      BRON, Ilana Urbano; APPEZZATO-DA-GLORIA, Beatriz. Alterações anatômicas e físico-químicas associadas ao armazenamento refrigerado de pêssegos. 2001.Universidade de São Paulo, Piracicaba, 2001.
    • APA

      Bron, I. U., & Appezzato-da-Gloria, B. (2001). Alterações anatômicas e físico-químicas associadas ao armazenamento refrigerado de pêssegos. Universidade de São Paulo, Piracicaba.
    • NLM

      Bron IU, Appezzato-da-Gloria B. Alterações anatômicas e físico-químicas associadas ao armazenamento refrigerado de pêssegos. 2001 ;
    • Vancouver

      Bron IU, Appezzato-da-Gloria B. Alterações anatômicas e físico-químicas associadas ao armazenamento refrigerado de pêssegos. 2001 ;

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