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As novas relaçoes trabalhistas e o trabalho cooperado (2002)

  • Authors:
  • USP affiliated authors: GIL, VILMA DIAS BERNARDES - FD
  • USP Schools: FD
  • Sigla do Departamento: DTB
  • Subjects: COOPERATIVA DE TRABALHO; COOPERATIVISMO; RELAÇÃO DE EMPREGO; TERCEIRIZAÇÃO
  • Language: Português
  • Abstract: O cooperativismo moderno surgiu como reação da classe operária aos desmandos do capitalismo instalado no mundo, em especial a partir da revolução industrial. Objetivando afastar o intermediário, o patrão, o cooperativismo se apresentou como instrumento de efetivação do solidarismo. Encarado pela doutrina social da igreja como "terceira via", caminho alternativo ao individualismo exacerbado, de um lado, e ao socialismo totalitário, de outro, o solidarismo atribui o poder decisório não ao capital, tampouco ao Estado, mas sim à própria comunidade. Não resistiu, contudo, à força do capitalismo, ressurgindo, todavia, em tempos de crise, como possível solução para os problemas sociais. Esta busca da sociedade é nitidamente observada na década de noventa, em face das conseqüências funestas do processo de globalização mundial, basicamente o desemprego estrutural que passa a abalar toda comunidade internacional. A busca de alternativas ao desemprego e de uma nova forma de organização do trabalho para dar cabo às exigências de um mercado altamente competitivo fazem ressurgiu a idéia do cooperativismo que, nos mais diversos países, tem sua estrutura legal revista, atualizada. No Brasil, porém, a inovação legal afastando o posssível vínculo empregatício entre os trabalhadores cooperados e os seus tomadores de serviço, faz com que a revitalização do cooperativismo, fundamentalmente no ramo do trabalho, se dê de forma desorganizada, despreparada, equivocada, fazendo surgir uma dassituações sociais das mais complicadas. Muitas empresas passam a valer-se da terceirização de serviços por meio de cooperativas que, por sua vez, se organizam única e exclusivamente para atender a esta demanda de mercado, sem, contudo, observar verdadeiramente os princípios da filosofia cooperativista, afastando-se dos seus ideais e pressupostos básicos. A realidade mostra a necessidade de interferência do Estado por meio de uma normatização que ) garanta a estes trabalhadores, direitos mínimos fundamentais, condizentes com a sua própria condição de ser humano e cidadão
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 21.01.2002

  • Exemplares físicos disponíveis nas Bibliotecas da USP
    BibliotecaCód. de barrasNúm. de chamada
    FD20400015754U10-30-20 e.2 DBC
    How to cite
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    • ABNT

      GIL, Vilma Dias Bernardes; NASCIMENTO, Amauri Mascaro. As novas relaçoes trabalhistas e o trabalho cooperado. 2002.Universidade de São Paulo, São Paulo, 2002.
    • APA

      Gil, V. D. B., & Nascimento, A. M. (2002). As novas relaçoes trabalhistas e o trabalho cooperado. Universidade de São Paulo, São Paulo.
    • NLM

      Gil VDB, Nascimento AM. As novas relaçoes trabalhistas e o trabalho cooperado. 2002 ;
    • Vancouver

      Gil VDB, Nascimento AM. As novas relaçoes trabalhistas e o trabalho cooperado. 2002 ;

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