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Biodiversidade e ecofisiologia de fungos micorrízicos arbusculares em associação com bromélias (2002)

  • Authors:
  • USP affiliated authors: MATTEO, BEATRIZ CRISTINA DE - ESALQ
  • USP Schools: ESALQ
  • Sigla do Departamento: LCF
  • Subjects: BROMELIALES; ECOFISIOLOGIA VEGETAL; INOCULAÇÃO; FUNGOS MICORRÍZICOS; PLANTAS EPÍFITAS; ANATOMIA VEGETAL
  • Language: Português
  • Abstract: Neste trabalho, foram comparadas a biodiversidade de fungos MA encontrada em bromélias terrestres e epífitas, e a resposta de plântulas derivadas de Aechmea nudicaulis (L.) Griseb., germinadas 'in vitro', com os efeitos de diferentes inóculos de fungos MA (ecofisiologia). O crescimento da planta, o conteúdo de nutrientes e a colonização por fungos MA foram verificados em dois diferentes substratos. A diversidade de fungos MA encontrada nas raízes de 5 bromélias epífitas e 3 terrestres foi de 47 táxons de fungos MA sendo 36 identificados ao nível de espécie (Acaulospora spp., 11; Entrophospora spp., 2; Gigaspora spp., 4; Glomus spp, 15; Scutellospora spp., 4) e 11 ao nível de gênero, com 2 espécies não identificadas para cada gênero, exceto Entrophospora, com 3 espécies. No mínimo, duas das espécies não identificadas são ainda não descritas. Acaulospora foi o gênero dominante entre as bromélias epífitas, enquanto Glomus foi o dominante nas bromélias terrestres. As bromélias aparentemente não apresentam especificidade quanto aos fungos MA permitindo a colonização de qualquer fungo MA em suas raízes. Foram observados, pela primeira vez, fungos MA dentro de raízes adventícias e hifa externa colonizando extensivamente a casca da árvore que dava suporte para as bromélias epífitas. A inoculação com fungos endomicorrízicos causou tanto a redução (parasitismo) como o aumento (mutualismo) no crescimento, em relação ao controle, dependendo da espécie de fungo MA ousubstrato usados. As diferenças de crescimento relativo ao controle, provavelmente, foram pelo balanço entre assimilação de P (positivo) ou perda de carboidratos (negativo), entre os dois parceiros na associação. Em casa de vegetação, a presença de E. colombiana ou a mistura de fungos MA, de um solo natural, em raízes de A. nudicaulis resultou em maior crescimento e acúmulo de P. A casca de Pinus no substrato propiciou o crescimento da planta micorrizada, ) uma vez que forneceu uma forma adicional de P e aumentou a drenagem e aeração do solo. Portanto, essas plantas colonizadas por fungos MA, apresentaram maiores taxas de crescimento na fase de aclimatação
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 17.05.2002
  • Acesso online ao documento

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    Exemplares físicos disponíveis nas Bibliotecas da USP
    BibliotecaCód. de barrasNúm. de chamada
    ESABC10500022614t635.93422 M435b ex.2 79460
    How to cite
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    • ABNT

      MATTEO, Beatriz Cristina de; GONÇALVES, Antônio Natal. Biodiversidade e ecofisiologia de fungos micorrízicos arbusculares em associação com bromélias. 2002.Universidade de São Paulo, Piracicaba, 2002. Disponível em: < http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/11/11150/tde-15072002-160140/ >.
    • APA

      Matteo, B. C. de, & Gonçalves, A. N. (2002). Biodiversidade e ecofisiologia de fungos micorrízicos arbusculares em associação com bromélias. Universidade de São Paulo, Piracicaba. Recuperado de http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/11/11150/tde-15072002-160140/
    • NLM

      Matteo BC de, Gonçalves AN. Biodiversidade e ecofisiologia de fungos micorrízicos arbusculares em associação com bromélias [Internet]. 2002 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/11/11150/tde-15072002-160140/
    • Vancouver

      Matteo BC de, Gonçalves AN. Biodiversidade e ecofisiologia de fungos micorrízicos arbusculares em associação com bromélias [Internet]. 2002 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/11/11150/tde-15072002-160140/

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