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Estudo da recidiva do apinhamento ântero-inferior de casos tratados ortodonticamente sem extrações no arco inferior e mecânica Edgewise, na fase pós-contenção (2002)

  • Authors:
  • USP affiliated authors: FREITAS, KARINA MARIA SALVATORE DE - FOB
  • USP Schools: FOB
  • Sigla do Departamento: BAO
  • Subjects: MALOCLUSÃO; ARCADA DENTÁRIA; MALOCLUSÃO DE ANGLE CLASSE II
  • Language: Português
  • Abstract: O tratamento ortodôntico possui diversos objetivos, sendo que um dos mais importantes é a estabilidade das correções alcançadas, entretanto, após várias décadas de estudos, evidenciou-se que a estabilidade do alinhamento dos dentes é altamente variável e amplamente imprevisível. Considerando que é de grande valia para os ortodontistas a possibilidade de previsão das prováveis alterações no período pós-tratamento, decidiu-se investigar, neste estudo, a recidiva do apinhamento ântero-inferior. A amostra utilizada consistiu-se de 40 pacientes leucodermas, de ambos os gêneros, com más oclusões de Classe I ou II, tratados com mecânica Edgewise e sem extrações no arco inferior. Avaliaram-se os modelos de estudo e as telerradiografias laterais dos pacientes nas fases inicial e final de tratamento e pós-contenção (em média 5 anos pós-tratamento). Avaliou-se, então, a presença de associações entre a recidiva do apinhamento ântero-inferior e os seguintes fatores: o aumento das distâncias intercaninos e intermolares, o aumento do comprimento do arco, o gênero dos pacientes, a realização de extrações no arco superior, a realização de desgastes interproximais no segmento ântero-inferior, o tipo de má oclusão inicial, o padrão de crescimento craniofacial predominante, o grau de apinhamento inicial, o aumento ou não da protrusão dos incisivos inferiores devido ao tratamento, a posição final dos incisivos inferiores, os tempos de tratamento e de contenção.Os dados foram comparados pelo teste estatístico de Mann-Whitney209, e mediu-se o apinhamento ântero-inferior pelo índice de irregularidade de Little. Como resultados, encontrou-se que a recidiva do apinhamento ântero-inferior ocorreu na maioria dos pacientes, porém a porcentagem média desta recidiva foi relativamente pequena (26,54%). O gênero masculino apresentou, em média, maior apinhamento nas fases inicial e pós-contenção do que o gênero feminino. A porcentagem média ) de recidiva foi maior no gênero masculino do que no feminino, mas não estatisticamente significante. O grupo com má oclusão de Classe II e o grupo com padrão de crescimento craniofacial predominantemente vertical apresentaram maior recidiva, porém não significantes estatisticamente. O grupo com apinhamento inicial suave apresentou maior recidiva que o grupo com apinhamento inicial severo, com valores estatisticamente significantes, portanto, pode-se concluir que o grau de apinhamento inicial influenciou e se mostrou associado à recidiva do apinhamento ântero-inferior. O grupo com maiores tempos de contenção apresentou menor recidiva, porém, não significante estatisticamente. Com relação aos demais fatores estudados, aumento das distâncias intercaninos e intermolares, aumento do comprimento do arco, realização de extrações no arco superior, realização de desgastes interproximais, aumento da protrusão dos incisivos inferiores devido ao tratamento, posição final dos incisivos inferiores e tempo detratamento, nenhum deles se mostrou significantemente associado à recidiva do apinhamento ântero-inferior
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 15.02.2002
  • Acesso online ao documento

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    BibliotecaCód. de barrasNúm. de chamada
    FOB11600014597F884e
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    • ABNT

      FREITAS, Karina Maria Salvatore; PINZAN, Arnaldo. Estudo da recidiva do apinhamento ântero-inferior de casos tratados ortodonticamente sem extrações no arco inferior e mecânica Edgewise, na fase pós-contenção. 2002.Universidade de São Paulo, Bauru, 2002. Disponível em: < http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/25/25134/tde-14122004-112359/ >.
    • APA

      Freitas, K. M. S., & Pinzan, A. (2002). Estudo da recidiva do apinhamento ântero-inferior de casos tratados ortodonticamente sem extrações no arco inferior e mecânica Edgewise, na fase pós-contenção. Universidade de São Paulo, Bauru. Recuperado de http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/25/25134/tde-14122004-112359/
    • NLM

      Freitas KMS, Pinzan A. Estudo da recidiva do apinhamento ântero-inferior de casos tratados ortodonticamente sem extrações no arco inferior e mecânica Edgewise, na fase pós-contenção [Internet]. 2002 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/25/25134/tde-14122004-112359/
    • Vancouver

      Freitas KMS, Pinzan A. Estudo da recidiva do apinhamento ântero-inferior de casos tratados ortodonticamente sem extrações no arco inferior e mecânica Edgewise, na fase pós-contenção [Internet]. 2002 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/25/25134/tde-14122004-112359/