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Avaliação da resistência da união da interface cerâmica/sistema/adesivo/resina composta: estudo 'in vitro' (2002)

  • Authors:
  • USP affiliated authors: FURLAN, JOSE ALOISIO - FORP
  • USP Schools: FORP
  • Sigla do Departamento: 804
  • Subjects: REABILITAÇÃO BUCAL; DENTÍSTICA RESTAURADORA; MATERIAIS DENTÁRIOS
  • Language: Português
  • Abstract: Este estudo 'in vitro' avaliou a força de união dos reparos realizados em cerâmica, utilizando a cerâmica VITA VMK 95, o sistema adesivo Scotchbond Multi-Purpose (3M) e a resina 2100 (3M) com auxílio de três tipos de ensaios, sendo dois de cisalhamento (cinzel ISO e fita metálica) e um ensaio de tração, baseados na norma ISO e no estudo de Sinhoreti (1997). Foram utilizadas sessenta pastilhas de cerâmica divididas em dois grupos de trinta. Um grupo recebeu tratamento da superfície com óxido de alumínio com partículas de 50 'mü'm de diâmetro e posterior aplicação de ácido fluorídrico a 9,5% durante 150 segundos e o outro grupo sofreu somente a aplicação do ácido fluorídrico a 9,5% durante 150 segundos. Os dois grupos receberam aplicação de silano Scotchprime e do adesivo Scotchbond em suas superficies de acordo com a especificação do fabricante do sistema adesivo, para que os reparos em resina fossem realizados em seqüência. Os corpos-de-prova foram armazenados em água destilada por 24 horas a '37 GRAUS'C e então submetidos aos três ensaios em uma máquina Universal de ensaios à velocidade de 0,5 mm/min, sob carga de 200 kg. Cada grupo, antes de ser testado, foi dividido em três subgrupos de dez corpos-de-prova. Após a realização dos ensaios, as amostras foram examinadas em um microscópio ótico de dez vezes (10X) para determínar o local da fratura. Os resultados mostraram que para o Grupo I (óxido 'mais' ácido), no ensaio de cisalhamento com fita, a médiafoi de 6,17 MPa, e 100% de falhas coesivas na cerâmica. O Grupo II (ácido), no ensaio de cisalhamento com fita, obteve média de 5,5 MPa a 100% de falhas coesivas na cerâmica. O Grupo I (óxido 'mais' ácido), no ensaio de tração, revelou média de 9,37 MPa, e 60% de falhas coesivas na cerâmica e 40% de falhas mistas cerâmica/resina. O Grupo II (ácido) no ensaio de tração obteve média de 8,84 MPa, e apresentou 70% de falhas coesivas na cerâmica e 30% de falhas ) mistas cerâmica/resina. O Grupo I (óxido 'mais' ácido), no ensaio de cisalhamento com cinzel ISO, obteve média de 28,28 MPa e revelou 10% de falhas coesivas na cerâmica, 10% de falhas coesivas na resina e 80% de falhas mistas cerâmica/resina. O Grupo II (ácido) no ensaio de cisalhamento com cinzel ISO mostrou teve média de 26,23 MPa, com 20% de falhas coesivas na cerâmica e 80% de falhas mistas cerâmica/resina. O presente estudo concluiu que as forças de resistência da união entre cerâmica, sistema adesivo e resina composta foram diferentes para os três ensaios, com significância de 1 %
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 13.03.2002

  • Exemplares físicos disponíveis nas Bibliotecas da USP
    BibliotecaCód. de barrasNúm. de chamada
    FORP11700006306Furlan, Jos Alosio
    How to cite
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    • ABNT

      FURLAN, José Aloísio; GONÇALVES, Mariane. Avaliação da resistência da união da interface cerâmica/sistema/adesivo/resina composta: estudo 'in vitro'. 2002.Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto, 2002.
    • APA

      Furlan, J. A., & Gonçalves, M. (2002). Avaliação da resistência da união da interface cerâmica/sistema/adesivo/resina composta: estudo 'in vitro'. Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto.
    • NLM

      Furlan JA, Gonçalves M. Avaliação da resistência da união da interface cerâmica/sistema/adesivo/resina composta: estudo 'in vitro'. 2002 ;
    • Vancouver

      Furlan JA, Gonçalves M. Avaliação da resistência da união da interface cerâmica/sistema/adesivo/resina composta: estudo 'in vitro'. 2002 ;

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