Ver registro no DEDALUS
Exportar registro bibliográfico

Morfologia, morfometria e topografia do plexo mientérico em esôfagos de fetos de termo de cão (Canis familiaris, Linnaeus,1758) (2002)

  • Authors:
  • USP affiliated authors: PEREIRA, MALCON ANDREI MARTINEZ - FMVZ
  • USP Schools: FMVZ
  • Sigla do Departamento: VCI
  • Subjects: MORFOLOGIA (ANATOMIA); MORFOMETRIA; GÂNGLIOS; CÃES
  • Language: Português
  • Abstract: Os cães são acometidos, com significativa freqüência, por distúrbios que afetam a motilidade do esôfago. Entretanto, estas disfunções não são correlacionadas a lesões ou malformações do Sistema Nervoso Entérico (SNE), ou ao plexo mientérico (PM). Assim sendo, este estudo tem por objetivo a descrição da morfologia geral do plexo, bem como dos gânglios e dos feixes de fibras, acompanhada de análises morfométricas e da descrição topográfica do PM em esôfagos de cães. Para esta pesquisa, foram utilizados 05 esôfagos de fetos caninos, com 59 dias de gestação, que foram submetidos à técnica histoquímica de diaforese do Nicotinamide Adenine Dinucleotide Phosphate (NADPH-d), sendo estes órgãos divididos em regiões (cervical, torácica e abdominal) e analisados com o auxílio de microscopia óptica. O PM apresentou uma expressiva variação de formas ganglionares, as quais eram muito semelhantes a figuras geométricas circulares, estreladas, ovaladas, quadriláteras e triangulares, que se intercalam sem uniformidade por toda a extensão do plexo. A mensuração mostrou que os gânglios apresentaram os seguintes intervalos: 0,01 a 4,00 'mü''m POT. 2' (pequeno tamanho); 4,01 a 10,00 'mü''m POT. 2' (médio); e acima de 10,00 'mü''m POT. 2' (grandes). Dos gânglios, partem feixes de fibras nervosas que se dividem em três ordens distintas: primeira (feixes mais calibrosos, que formam uma malha primária), segunda (feixes de médio calibre que constituem uma rede secundária), e terceira(feixes muito finos, que formam uma fina malha terciária). Alguns dos feixes mais calibrosos e longos apresentam no seu trajeto agrupamentos de neurônios. Cada região do esôfago apresentou uma topografia própria, contudo pode-se descrevê-la como formada por gânglios que se interpõem a feixes de fibras, e que, por isso, são classificados como intrafasciculares, parafasciculares e intermediários. A concentração ganglionar aumenta nos segmentos mais próximos ao estômago. Os feixes de fibras nervosas formam uma densa malha disposta em três sub-redes, todavia somente nas malhas primária e secundária situam-se os gânglios. Todo este arranjo está intimamente relacionado ao septo de tecido conjuntivo, localizado entre as camadas musculares circular e longitudinal da parede esofágica
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 02.08.2002

  • Exemplares físicos disponíveis nas Bibliotecas da USP
    BibliotecaCód. de barrasNúm. de chamada
    FMVZ11300022215T.1119 FMVZ e.2
    How to cite
    A citação é gerada automaticamente e pode não estar totalmente de acordo com as normas

    • ABNT

      PEREIRA, Malcon Andrei Martinez; TEIXEIRA FILHO, Althen. Morfologia, morfometria e topografia do plexo mientérico em esôfagos de fetos de termo de cão (Canis familiaris, Linnaeus,1758). 2002.Universidade de São Paulo, São Paulo, 2002.
    • APA

      Pereira, M. A. M., & Teixeira Filho, A. (2002). Morfologia, morfometria e topografia do plexo mientérico em esôfagos de fetos de termo de cão (Canis familiaris, Linnaeus,1758). Universidade de São Paulo, São Paulo.
    • NLM

      Pereira MAM, Teixeira Filho A. Morfologia, morfometria e topografia do plexo mientérico em esôfagos de fetos de termo de cão (Canis familiaris, Linnaeus,1758). 2002 ;
    • Vancouver

      Pereira MAM, Teixeira Filho A. Morfologia, morfometria e topografia do plexo mientérico em esôfagos de fetos de termo de cão (Canis familiaris, Linnaeus,1758). 2002 ;

    Últimas obras dos mesmos autores vinculados com a USP cadastradas na BDPI: