Ver registro no DEDALUS
Exportar registro bibliográfico

Auto-redução & fusão-redução de pelotas contendo óxido de ferro (2002)

  • Authors:
  • USP affiliated authors: SANTOS, DENER MARTINS DOS - EP
  • USP Schools: EP
  • Sigla do Departamento: PMT
  • Subjects: FERRO; RESÍDUOS; MUDANÇA DE FASE; REDUÇÃO
  • Language: Português
  • Abstract: Este trabalho aborda a auto-redução carbotérmica do óxido de ferro combinado com diferentes materiais carbonáceos (grafita, moinha de coque e carvão vegetal), aglomerados na forma de pelotas. Estas pelotas são denominadas auto-redutoras, e cimento Portland tipo ARI (Alta Resistência Inicial) foi utilizado como aglomerante. A redução das pelotas auto-redutoras foi estudada tanto no estado sólido (empregou-se forno de resistência), quanto pela fase líquida utilizando-se um banho metálico de Fe-C saturado. Pelotas convencionais (sem a presença de redutor na composição) também foram utilizadas na redução pela fase líquida. Os resultados indicam que a redução das pelotas auto-redutoras no estado sólido, abaixo de 1473K, sofre influência do tipo de redutor, quantidade de aglomerante e da temperatura. Nas temperaturas superiores a 1473K, estes parâmetros não influenciam significativamente no processo. Análises microscópicas indicam que a formação do ferro metálico, em pelotas auto-redutoras de óxido de ferro puro, ocorre na forma de partículas ao longo de toda a pelota. No caso de pelotas auto-redutoras de resíduos siderúrgicos, a formação do ferro metálico ocorre de modo mais pronunciado a partir das camadas mais externas. O mecanismo controlador da redução das pelotas auto-redutoras, em temperaturas até 1473K, indica ser a reação de Boudouard. Acima de 1473K, o transporte de calor desponta como o possível mecanismo controlador. Pelotas convencionais submetidas a redução pela faselíquida, apresentaram longos tempos de reação, em temperaturas abaixo de 1711K, devido a provável formação da wustita sólida, na interface de reação entre as pelotas convencionais e o banho metálico. Este fenômeno, apresentado pelas pelotas convencionais, não ocorreu com as auto-redutoras. ) Análises microscópicas em ensaios interrompidos a 1623K, indicam que a formação do ferro metálico nas pelotas auto-redutoras submetidas a redução pela fase líquida, ocorre similarmente a redução no estado sólido. As pelotas convencionais sinterizadas possuem elevadas velocidades de redução em temperaturas superiores a 1711K, se comparadas com as aglomeradas a frio. Contudo, abaixo de 1711K, ambos tipos de pelotas convencionais possuem mesmas velocidades de redução. Análises cinéticas indicam que nas pelotas convencionais sinterizadas, a etapa controladora é possivelmente a reação de gaseificação do carbono do banho; enquanto que para as aglomeradas a frio, o controle misto. O passo controlador demonstra ser o transporte de calor, para as pelotas auto-redutoras de óxido de ferro puro
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 03.09.2002

  • Exemplares físicos disponíveis nas Bibliotecas da USP
    BibliotecaCód. de barrasNúm. de chamada
    EPMT31800005137FT-1697
    How to cite
    A citação é gerada automaticamente e pode não estar totalmente de acordo com as normas

    • ABNT

      SANTOS, Dener Martins dos; MOURÃO, Marcelo Breda. Auto-redução & fusão-redução de pelotas contendo óxido de ferro. 2002.Universidade de São Paulo, São Paulo, 2002.
    • APA

      Santos, D. M. dos, & Mourão, M. B. (2002). Auto-redução & fusão-redução de pelotas contendo óxido de ferro. Universidade de São Paulo, São Paulo.
    • NLM

      Santos DM dos, Mourão MB. Auto-redução & fusão-redução de pelotas contendo óxido de ferro. 2002 ;
    • Vancouver

      Santos DM dos, Mourão MB. Auto-redução & fusão-redução de pelotas contendo óxido de ferro. 2002 ;

    Últimas obras dos mesmos autores vinculados com a USP cadastradas na BDPI: