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A trajetória de construção e validação dos diagnósticos de enfermagem: trauma vascular e risco para trauma vascular (2002)

  • Authors:
  • USP affiliated authors: SENA, CRISTINA ARREGUY DE - EERP
  • USP Schools: EERP
  • Sigla do Departamento: ERG
  • Subjects: DIAGNÓSTICO DE ENFERMAGEM; SISTEMA CARDIOVASCULAR
  • Language: Português
  • Abstract: Ao percorrermos a trajetória de construção dos diagnósticos de enfermagem "Trauma vascular" e "Risco para trauma vascular", buscamos, no capítulo 1, apresentar a classificação dos tipos de veias superficiais periféricas de adolescentes, adultos e idosos, segundo as características de uma veia passível de ser puncionada para fins terapêuticos e de diagnóstico, com base na aplicação da técnica Delphi, envolvendo juízes de quatro categorias profissionais distintas (angiologistas, anestesistas, enfermeiros e bioquímicos). Obtivemos índice de concordância para totalmente adequado/pertinente de mais de 90% e menos de 10% para moderadamente adequado/pertinente nos 13 critérios, a saber: mobilidade, trajeto; inserção/derivação; calibre; visibilidade; palpação e localização, tendo, como referência, a articulação; localização da veia, tendo como referência, sua estrutura anatômica; regularidade do diâmetro do trajeto venoso; consistência do trajeto venoso; solução de continuidade das paredes do vaso; facilidade de punção e outros critérios a serem incluídos. No segundo capítulo, apresentamos a construção dos elementos (título, características definidoras, fatores relacionados) do diagnóstico de enfermagem "Trauma vascular" e dos elementos (título, fatores de risco) para o diagnóstico de enfermagem "Risco para trauma vascular", baseando-nos na revisão literária e em nossa experiência profissional, e a validação de seus respectivos componentes, segundo o modelo de FEHRING(1986) e adaptação do mesmo aos fatores relacionados e aos fatores de risco. Participaram 60 peritos. Reafirmamos: das 18 características definidoras analisadas, 15 são maiores (ponto corte> ou = 0,80) e 1 menor (ponto corte> ou = 0,50 e < 0,80); dos 14 fatores relacionados analisados, todos tiveram aceitação, sendo que 11 deles obtiveram escores de média ponderada igualou superior a 0,80 e, dos 51 fatores de riscos analisados, 8 foram aprovados com ) escores superiores a 0,50 para as situações ligadas à medicação e à forma/periodicidade de infusão; 4 foram aprovados para situações ligadas ao dispositivo endovenoso e seu tempo de permanência num mesmo sítio de inserção; 5 foram aprovados para situações ligadas à fixação do dispositivo endovenoso; 10 foram aprovados para situações ligadas ao indivíduo, seus hábitos, padrão de comunicação, estilo de vida e capacidade sensório-motora e 20 aprovados para as situações ligadas às decisões profissionais, à política institucional e ao procedimento propriamente dito. Finalmente, no capítulo 3, apresentamos a validação clínica de alguns componentes do diagnóstico "Trauma vascular" e "Risco para trauma vascular", utilizando um estudo de coorte, quando foram avaliadas 323 pessoas e 472 sítios de inserção de dispositivos endovenosos. Obtivemos significância no teste de ajuste do modelo para um conjunto de 9 variáveis passíveis de serem transpostas para populações similares, merecendo destaque o tempo depermanência do dispositivo num mesmo sítio de inserção e a qualidade da fixação dos dispositivos (se fixos ou frouxos). Outros fatores mostraram-se relevantes somente para a população do estudo
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 14.03.2002

  • Exemplares físicos disponíveis nas Bibliotecas da USP
    BibliotecaCód. de barrasNúm. de chamada
    EE10200007376T2159
    How to cite
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    • ABNT

      ARREGUY-SENA, Cristina; CARVALHO, Emília Campos de. A trajetória de construção e validação dos diagnósticos de enfermagem: trauma vascular e risco para trauma vascular. 2002.Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto, 2002.
    • APA

      Arreguy-Sena, C., & Carvalho, E. C. de. (2002). A trajetória de construção e validação dos diagnósticos de enfermagem: trauma vascular e risco para trauma vascular. Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto.
    • NLM

      Arreguy-Sena C, Carvalho EC de. A trajetória de construção e validação dos diagnósticos de enfermagem: trauma vascular e risco para trauma vascular. 2002 ;
    • Vancouver

      Arreguy-Sena C, Carvalho EC de. A trajetória de construção e validação dos diagnósticos de enfermagem: trauma vascular e risco para trauma vascular. 2002 ;

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