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Avaliação da phmetria de 24 horas, em crianças com diagnóstico clínico de refluxo gastroesofágico, atendidas no Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto (2002)

  • Authors:
  • USP affiliated authors: RODRIGUES, ANDRÉA APARECIDA CONTINI - FMRP
  • USP Schools: FMRP
  • Sigla do Departamento: RPP
  • Subjects: PEDIATRIA
  • Language: Português
  • Abstract: O refluxo gastroesofágico (RGE) tem sido reconhecido como fenômeno comum em lactentes e crianças. Na investigação diagnóstica de doença de refluxo gastroesofágico (DRGE), além da anamnese e do exame físico do paciente, podem ser necessários exames subsidiários na tentativa de detectá-lo e quantificá-lo. Dentre estes, a pHmetria esofágica de 24 horas é considerada método "padrão ouro", com alta sensibilidade e especificidade. Neste estudo retrospectivo, foram analisados 152 exames de pHmetria esofágica, realizados no período de 07/05/97 a 01/02/99 pelo Serviço de Gastroenterologia Pediátrica do Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto-USP. De acordo com o Índice de Refluxo (IR), os exames foram divididos em pHmetria normal e pHmetria alterada e correlacionados com as manifestações clínicas que determinaram a investigação de RGE, com os resultados dos exames de endoscopia digestiva alta (EDA) e da biópsia esofágica, e com os resultados obtidos com os escores de Johnson & DeMeester e Boix-Ochoa. No total dos pacientes, 59,86% eram do sexo masculino. O grupo de escolares foi o menor. Na faixa etária menor de 12 meses, não se encontrou pHmetria alterada e, nos maiores de 12 meses, a prevalência foi de 19,4%. O sintoma respiratório foi a manifestação clínica mais freqüente na , indicação de investigação para RGE e não houve associação estatisticamente significante entre os três grupos de sintomas (respiratório, digestivo e misto) e o resultado da pHmetria, emmaiores de 12 meses. Encontrou-se 48,68% de exames positivos de seriografia esôfago, estômago e duodeno (SEEG) em menores de 12 meses e este exame apresentou baixa sensibilidade e especificidade em detectar RGE em maiores de 12 meses. Houve maior achado de esofagite à biópsia esofágica que à EDA, mostrando sensibilidade melhor da primeira em relação ao segundo método. Em relação aos escores adotados (DeMeester e Boix-Ochoa), houve alta sensibilidade e boa ) especificidade de ambos e boa correlação entre os escores e o índice de refluxo. Conclui-se que: 1) o exame de pHmetria apresentou-se alterado em parte dos pacientes com quadro clínico de RGE; 2) não houve associação significativa entre as formas de apresentação clínica e exame de pHmetria; 3) a SEEG foi um exame pouco sensível na detecção de RGE em maiores de 12 meses; 4) a biópsia esofágica foi necessária para o diagnóstico de esofagite por refluxo; 5) houve boa correlação entre os escores de Johnson & DeMeester e Boix-Ochoa e o índice de refluxo
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 06.06.2002

  • Exemplares físicos disponíveis nas Bibliotecas da USP
    BibliotecaCód. de barrasNúm. de chamada
    FMRP11200061064Rodrigues, Andréa Aparecida Contini
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    • ABNT

      RODRIGUES, Andréa Aparecida Contini; FERNANDES, Maria Inez Machado. Avaliação da phmetria de 24 horas, em crianças com diagnóstico clínico de refluxo gastroesofágico, atendidas no Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto. 2002.Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto, 2002.
    • APA

      Rodrigues, A. A. C., & Fernandes, M. I. M. (2002). Avaliação da phmetria de 24 horas, em crianças com diagnóstico clínico de refluxo gastroesofágico, atendidas no Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto. Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto.
    • NLM

      Rodrigues AAC, Fernandes MIM. Avaliação da phmetria de 24 horas, em crianças com diagnóstico clínico de refluxo gastroesofágico, atendidas no Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto. 2002 ;
    • Vancouver

      Rodrigues AAC, Fernandes MIM. Avaliação da phmetria de 24 horas, em crianças com diagnóstico clínico de refluxo gastroesofágico, atendidas no Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto. 2002 ;

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