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Variabilidade da pressão arterial, resposta pressora à Tiramina e freqüência intrínseca de marcapasso cardíaco de ratos acordados com diabete experimental: efeito da insulina (2002)

  • Authors:
  • USP affiliated authors: MENDES, LYS ANGELA FAVARONI - FMRP
  • USP Schools: FMRP
  • Sigla do Departamento: RFI
  • Subjects: FISIOLOGIA
  • Language: Português
  • Abstract: Os objetivos deste trabalho foram avaliar em ratos não anestesiados com diabete crônico (12-16 semanas), tratados, ou não, com insulina, a variabilidade da pressão arterial, a resposta pressórica à administração de tiramina e a freqüência intrínseca de marcapasso cardíaco. O diabete foi induzido por meio da administração de estreptozotocina (45-60 ,mg/Kg i.v.). Parte destes animais passou a receber tratamento insulínico (9 UI), diário, até o dia do experimento. Na véspera do experimento, os animais foram submetidos à cirurgia para a implantação de cânulas, na artéria e veia femorais, para registro da pressão arterial pulsátil e administração de drogas, respectivamente. Os animais diabéticos apresentaram hiperglicemia (353 ± 4,3 mg/dL), perda de massa corporal, e tendência à hipotensão (98 ± 2,4 mmHg) e bradicardia (302 ± 6,1 bpm). O exame da variabilidade da pressão arterial no domínio da freqüência, por meio da análise espectral (análise autorregressiva), mostrou que houve, nos animais diabéticos, uma diminuição no componente de baixa freqüência, o qual compreende a faixa de 0,2 a 0,75 Hz. A atenuação da resposta pressora à administração de tiramina (23 ± 1,0 mmHg) e a redução da variabilidade da pressão arterial sugerem um comprometimento autonômico simpático vascular. Além disso, estes animais apresentaram uma diminuição na freqüência intrínseca de marcapasso cardíaco (313 ± 5,9 bpm), indicando que o nodo SA também foi afetado pelo diabete.A terapia insulínica não só reverteu o quadro hiperglicêmico (110 ± 3,7 mg/dL), como também preveniu as alterações de perda de massa corporal presente no diabete crônico experimental. Os valores de pressão arterial (105 ± 1,7 mmHg) e de freqüência cardíaca basal (309 ± 8,0 bpm) dos animais tratados com insulina estavam mais próximos dos valores observados nos animais controles (104 ± 2,9 mmHg e 321 ± 8,3 bpm, respectivamente). Entretanto, a atenuação da resposta ) pressora à tiramina (29 ± 1,7 mmHg) nos animais tratados sugere alteração nas terminações simpáticas e/ou alteração na responsividade da musculatura lisa vascular a determinados estímulos vasopressores. Em síntese, o diabete provocou alterações autonômicas cardiovasculares e, também, alteração do nodo SA, enquanto que o tratamento insulínico preveniu a maioria destas alterações, exceto as secundárias, nas terminações simpáticas e/ou musculatura lisa vascular
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 23.08.2002

  • Exemplares físicos disponíveis nas Bibliotecas da USP
    BibliotecaCód. de barrasNúm. de chamada
    FMRP11200060119Mendes, Lys Angela Favaroni
    How to cite
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    • ABNT

      MENDES, Lys Angela Favaroni; SALGADO, Helio Cesar. Variabilidade da pressão arterial, resposta pressora à Tiramina e freqüência intrínseca de marcapasso cardíaco de ratos acordados com diabete experimental: efeito da insulina. 2002.Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto, 2002.
    • APA

      Mendes, L. A. F., & Salgado, H. C. (2002). Variabilidade da pressão arterial, resposta pressora à Tiramina e freqüência intrínseca de marcapasso cardíaco de ratos acordados com diabete experimental: efeito da insulina. Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto.
    • NLM

      Mendes LAF, Salgado HC. Variabilidade da pressão arterial, resposta pressora à Tiramina e freqüência intrínseca de marcapasso cardíaco de ratos acordados com diabete experimental: efeito da insulina. 2002 ;
    • Vancouver

      Mendes LAF, Salgado HC. Variabilidade da pressão arterial, resposta pressora à Tiramina e freqüência intrínseca de marcapasso cardíaco de ratos acordados com diabete experimental: efeito da insulina. 2002 ;