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Modelo hidrogeoquímico do Aqüífero Adamantina em Urânia - SP (2003)

  • Authors:
  • USP affiliated authors: GUTIERREZ, ANGÉLICA SOUZA - IGC
  • USP Schools: IGC
  • Subjects: AQUÍFEROS; HIDROGEOQUÍMICA; ÁGUAS SUBTERRÂNEAS
  • Language: Português
  • Abstract: O objetivo desta pesquisa é estabelecer a evolução hidrogeoquímica do Aqüífero Adamantina na cidade de Urânia, noroeste do Estado de São Paulo, definindo as relações químicas entre a água subterrânea e a rocha hospedeira desde a zona de recarga até a descarga. Durante a realização deste trabalho foram coletadas amostras de água em 14 poços cacimbas (PC), 10 poços tubulares particulares (PT) e 7 poços profundos da SABESP (PP), distribuídos na área de estudo, por um período de três anos, para análises físico-químicas de metais, pH, Eh, condutividade elétrica e alcalinidade. Sedimentos da Formação Adamantina de dois poços tubulares também foram amostrados para análise mineralógica (microscopia óptica, difração de raio-X e microscopia eletrônica de varredura), granulométrica (peneiramento e pipetagem) e química (ICP/AES-Plasma). Os resultados obtidos indicaram que a água subterrânea encontra-se em contato com sedimentos arenosos compostos principalmente por quartzo, feldspato (K-feldspato, albita e anortita), anfibólio e piroxênios cálcicos magnesianos, granada, calcita, goetita, hematita, montmorilonita cálcica e caulinita. Quimicamente o sedimento é composto por SiO2 (76% a 78% da massa), seguido pelo ferro e alumínio (4% a 10%), CaO (3,4%) MgO (1,5%), K2O (1%) e Na2O (0,3%). As águas subterrâneas do Aqüífero Adamantina na área de estudo foram divididas em três zonas hidroquímicas dominantes. A zona rasa e de recarga (profundidades de 2,0 a 16,0 m) é caracterizadapor águas cloretadas sódicas devido à presença de contaminação por fossas sépticas e negras, vazamentos da rede de esgoto e/ou fertilizantes nitrogenados. Na zona intermediária (profundidades de 8,0 a 100,0 m) predominam águas bicarbonatada cálcica, causada pela dissolução de minerais carbonáticos e aluminossilicáticos, porém ainda observa-se influência da contaminação. A zona profunda (profundidade de 60,0 a 160,0 m) e de descarga é caracterizada por ) água bicarbonatadas cálcicas, porém foi observada a presença de sódio em poços próximos à zona de descarga, indicando uma possível troca deste cátion com o cálcio
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 30.04.2003
  • Acesso online ao documento

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    BibliotecaCód. de barrasNúm. de chamada
    IGC30900012037T G984 AS.m e.2
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    • ABNT

      GUTIERREZ, Angélica Souza; HIRATA, Ricardo. Modelo hidrogeoquímico do Aqüífero Adamantina em Urânia - SP. 2003.Universidade de São Paulo, São Paulo, 2003. Disponível em: < http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/44/44133/tde-12082015-152939/pt-br.php >.
    • APA

      Gutierrez, A. S., & Hirata, R. (2003). Modelo hidrogeoquímico do Aqüífero Adamantina em Urânia - SP. Universidade de São Paulo, São Paulo. Recuperado de http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/44/44133/tde-12082015-152939/pt-br.php
    • NLM

      Gutierrez AS, Hirata R. Modelo hidrogeoquímico do Aqüífero Adamantina em Urânia - SP [Internet]. 2003 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/44/44133/tde-12082015-152939/pt-br.php
    • Vancouver

      Gutierrez AS, Hirata R. Modelo hidrogeoquímico do Aqüífero Adamantina em Urânia - SP [Internet]. 2003 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/44/44133/tde-12082015-152939/pt-br.php

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