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Estudos da interações de polieletrólitos com surfactantes (2003)

  • Authors:
  • USP affiliated authors: IAMAZAKI, EDUARDO TAKESHI - IQSC
  • USP Schools: IQSC
  • Subjects: FÍSICO-QUÍMICA; SURFACTANTES
  • Language: Português
  • Abstract: As interações entre polieletrólitos e surfactantes de carga oposta conduzem à formação de pré-micelas induzida a concentrações de surfactante menores que a cmc do surfactante. É assumido que este processo de agregação é devido à atração eletrostática. À mesma concentração, o excímero da emissão do monômero mostra seu primeiro pico. Em concentrações mais altas de surfactante, próximas ao cmc, são formadas micelas com as mesmas propriedades daquele encontrado em solução aquosa pura. Por outro lado, sistemas que contêm surfactante aniônico não mostram este comportamento a baixas concentrações.As interações entre copolímeros de PSS-co-BVE com surfactantes de carga oposta em solução aquosa foram investigados usando pireno como sonda fotofísica. Foram usadas fluorescências estática e dinâmica para obter informações sobre os microambientes formados. A formação de domínios hidrofóbicos foi verificada a partir das micropolaridades, usando a razão das intensidades das bandas vibrônicas do pireno ('I IND.1'/'I IND.3'). As formações da pré-micela são devido às interações eletrostáticas entre o copolímero e o surfactante (sendo as razões 'I IND.1'/'I IND.3' ao redor de 1,5-1,6), atraindo inicialmente as sondas livres que migrarão do ambiente mais aquoso para estes novos locais hidrofóbicos. As cac aos quais a pré-micela são formadas foram determinadas em 0,27 ± 0,02 mM. Os excímeros do pireno também foram detectados no mesmo intervalo de concentrações. A altasconcentrações de surfactantes, são formadas micelas livres com as mesmas propriedades das micelas em soluções sem polímeros, apresentando razões 'I IND.1'/'I IND.3' de aproximadamente em 1,3 e cmc ao redor de 1,45 mM. Também são formados novos excímeros os quais haviam desaparecidos durante a adição progressiva do surfactante. ) Não há nenhuma dependência aparente da cac com a composição do polímero, reforçando a suposição que as interações eletrostáticas induzem a formação das pré-micelas. Os valores da cac seguem a mesma tendência que a cmc, DTAC > DTAB > CTAC. A polaridade das pré-micelas induzidas, medidas pela razão 'I IND.1'/'I IND.3', também indica que o microdomínio formado pelo surfactante de cadeia longa é mais hidrofóbico que o surfactante de cadeia menor, como também acontece nas micelas reais.Também foram estudadas as interações de polímeros naturais tais como alginato de sódio, carboximetilcelulose e quitosanas com surfactantes. As interações entre os polieletrólitos naturais e surfactantes de carga oposta conduzem à formação de pré-micelas a concentrações de surfactante menores que a cmc do surfactante. Assume-se que o processo de agregação é devido à atração eletrostática. Por outro lado, sistemas que contêm a mesma carga não mostram comportamentos semelhantes a baixas concentrações
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 12.09.2003

  • Exemplares físicos disponíveis nas Bibliotecas da USP
    BibliotecaCód. de barrasNúm. de chamada
    IQSC30800013745T1462
    How to cite
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    • ABNT

      IAMAZAKI, Eduardo Takeshi; NEUMANN, Miguel Guillermo. Estudos da interações de polieletrólitos com surfactantes. 2003.Universidade de São Paulo, São Carlos, 2003.
    • APA

      Iamazaki, E. T., & Neumann, M. G. (2003). Estudos da interações de polieletrólitos com surfactantes. Universidade de São Paulo, São Carlos.
    • NLM

      Iamazaki ET, Neumann MG. Estudos da interações de polieletrólitos com surfactantes. 2003 ;
    • Vancouver

      Iamazaki ET, Neumann MG. Estudos da interações de polieletrólitos com surfactantes. 2003 ;

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