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Acidente Vascular Encefálico (AVE) e reabilitação: atividades de vida diária e prática, depressão, qualidade de vida e barreiras ambientais (2003)

  • Authors:
  • USP affiliated authors: BIANCHIN, MAYSA ALAHMAR - IP
  • USP Schools: IP
  • Subjects: REABILITAÇÃO
  • Language: Português
  • Abstract: O Acidente Vascular Encefálico (AVE) é hoje uma das principais causas de morte e incapacidade, com graves conseqüências para o paciente, familiares e sociedade. Objetivo: avaliar pacientes que sofreram AVE isquêmico e entraram em programa de reabilitação com duração de um ano, iniciando-se um mês após a alta hospitalar. Participantes: iniciou-se a coleta de dados com 150 pacientes. Destes, 61 seguiram o tratamento até o final: 28 do sexo feminino e 33 masculino, faixa etária entre 27 e 83 anos (IM: 61,28; DP: 13,21). Dos 89 pacientes que abandonaram o tratamento, 50 eram do sexo feminino e 39 masculino, com faixa etária entre 52 e 98 anos (IM: 69,26; DP: 10,38). Material e método: os pacientes foram avaliados no início, um mês após a alta hospitalar, e reavaliados nos terceiro, sexto, nono e décimo-segundo meses do programa. Foram utilizados: Ficha de identificação, índice de Barthel, Escala de Atividades de Vida Diária e Prática de Rivermead, Inventário Beck de Depressão, Inventário de Qualidade de Vida SF-36 e Roteiro para Visita Domiciliar, este último somente no primeiro e décimo-segundo mês. Resultados: analisados através dos testes Mann-Whitney, Pearson (nível de signifícância 0,05) e análise de sobrevivência, os dados indicaram diferenças significantes em lazer e atividades profissionais antes e pós o AVE. Pacientes com escores mais altos de depressão apresentaram maior dependência em atividades de vida diária e prática. Os instrumentos de avaliaçãoindicaram melhor desempenho ao longo do programa, para todos os pacientes que permaneceram até o final. Barreiras arquitetônicas foram identificadas nas casas e aquelas que não implicavam em ônus financeiro foram modificadas. Conclusão: Houve melhora no desempenho dos pacientes que seguiram o tratamento até o final. Entretanto, uma parcela significativa da amostra abandonou o tratamento. A idade pode ter sido um dos fatores associados ao abandono, além de )outras variáveis externas ao paciente, como pouco suporte familiar, social e financeiro
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 17.12.2003

  • Exemplares físicos disponíveis nas Bibliotecas da USP
    BibliotecaCód. de barrasNúm. de chamada
    IP12300013857T RC388.5 B577a e.2
    How to cite
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    • ABNT

      BIANCHIN, Maysa Alahmar; BERGAMASCO, Nielsy Helena Puglia. Acidente Vascular Encefálico (AVE) e reabilitação: atividades de vida diária e prática, depressão, qualidade de vida e barreiras ambientais. 2003.Universidade de São Paulo, São Paulo, 2003.
    • APA

      Bianchin, M. A., & Bergamasco, N. H. P. (2003). Acidente Vascular Encefálico (AVE) e reabilitação: atividades de vida diária e prática, depressão, qualidade de vida e barreiras ambientais. Universidade de São Paulo, São Paulo.
    • NLM

      Bianchin MA, Bergamasco NHP. Acidente Vascular Encefálico (AVE) e reabilitação: atividades de vida diária e prática, depressão, qualidade de vida e barreiras ambientais. 2003 ;
    • Vancouver

      Bianchin MA, Bergamasco NHP. Acidente Vascular Encefálico (AVE) e reabilitação: atividades de vida diária e prática, depressão, qualidade de vida e barreiras ambientais. 2003 ;