Ver registro no DEDALUS
Exportar registro bibliográfico

Avaliação dos efeitos do tratamento agudo e crônico com duas espécies de Erythrina sobre o comportamento de ratos expostos a modelos animais de ansiedade e depressão (2005)

  • Authors:
  • USP affiliated authors: RIBEIRO, MONICA DAVID - FFCLRP
  • USP Schools: FFCLRP
  • Sigla do Departamento: 594
  • Subjects: PSICOBIOLOGIA
  • Language: Português
  • Abstract: A Erythrina velutina e a Erythrina mulungu têm sido utilizadas como calmantes pela medicina popu1ar, para tratar problemas relacionados à agitação e à insônia. O objetivo deste trabalho foi investigar, em laboratório, as pretensas propriedades terapêuticas das plantas. Em uma primeira etapa, foram testados os efeitos da administração oral (por gavage), aguda e crônica (21 dias), do extrato hidro-alcóolico da Erythrina velutina (agudo= 100, 200 e 400 mg/kg e crônico= 50, 100 e 200 mg/kg; em volume de 10 ml/kg) sobre o comportamento de ratos, medido através de dois modelos animais de ansiedade: o labirinto em T elevado e o modelo da transição claro/escuro. Em ambos os regimes de administração (agudo e crônico), o diazepam (10 mg/kg) foi utilizado como droga padrão. Em uma segunda etapa do trabalho, foram investigados os efeitos dos extratos hidro-alcóolicos da Erythrina velutina (agudo = 100, 200 e 400 mg/kg e crônico = 50, 100 e 200 mg/kg) e Erythrina mulungu (agudo: 100, 200 e 400 mg/kg e crônico: 50, 100 e 200 mg/kg) no modelo do nado forçado mediante tratamento agudo e crônico (21 dias), utilizando como droga padrão a imipramina (20 mg/kg). Os resultados obtidos sugerem efeito ansiolítico do tratamento agudo e crônico com o extrato hidro-alcóolico da Erythrina velutina, na tarefa de esquiva inibitória do labirinto em T elevado, efeito semelhante ao observado com o diazepam. Por outro lado, não foi observada alteração significativa na fuga dos braços abertos do labirintoem T elevado, nem após o tratamento agudo, nem após o crônico, com nenhuma das doses da Erythrina velutina administradas. No modelo da transição claro/escuro, a dose de 400 mg/kg da Erythrina velutina, após o tratamento agudo, aumentou significativamente tanto o número de transições entre os dois compartimentos quanto o tempo de permanência no compartimento claro. Por outro lado, nem a Erythrina velutina nem a Erythrina mulungu alteraram ... as medidas realizadas no modelo do nado forçado, diferentemente do observado com a droga padrão imipramina. Levando em consideração os resultados obtidos, o presente trabalho sugere efeito ansiolítico da Erythrina velutifla em respostas comportamentais de defesa, que respondem ao tratamento com drogas benzodiazepínicas, e que têm sido relacionadas em termos clínicos à ansiedade generalizada
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 01.04.2005

  • Exemplares físicos disponíveis nas Bibliotecas da USP
    BibliotecaCód. de barrasNúm. de chamada
    FCLRP20800019355Ribeiro, Mnica David
    How to cite
    A citação é gerada automaticamente e pode não estar totalmente de acordo com as normas

    • ABNT

      RIBEIRO, Mônica David; VIANA, Milena de Barros. Avaliação dos efeitos do tratamento agudo e crônico com duas espécies de Erythrina sobre o comportamento de ratos expostos a modelos animais de ansiedade e depressão. 2005.Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto, 2005.
    • APA

      Ribeiro, M. D., & Viana, M. de B. (2005). Avaliação dos efeitos do tratamento agudo e crônico com duas espécies de Erythrina sobre o comportamento de ratos expostos a modelos animais de ansiedade e depressão. Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto.
    • NLM

      Ribeiro MD, Viana M de B. Avaliação dos efeitos do tratamento agudo e crônico com duas espécies de Erythrina sobre o comportamento de ratos expostos a modelos animais de ansiedade e depressão. 2005 ;
    • Vancouver

      Ribeiro MD, Viana M de B. Avaliação dos efeitos do tratamento agudo e crônico com duas espécies de Erythrina sobre o comportamento de ratos expostos a modelos animais de ansiedade e depressão. 2005 ;

    Últimas obras dos mesmos autores vinculados com a USP cadastradas na BDPI: