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Estudo da relação entre os estágios de maturidade óssea avaliados em radiografias de mão e punho e das vértebras cervicais em telerradiografias em norma lateral (2005)

  • Authors:
  • USP affiliated authors: HORLIANA, RICARDO FIDOS - FO
  • USP Schools: FO
  • Sigla do Departamento: ODO
  • Subjects: PULSO; MÃO; VÉRTEBRAS CERVICAIS; TELERRADIOGRAFIA
  • Language: Português
  • Abstract: O objetivo neste estudo foi avaliar a possível relação entre os estágios de maturidade óssea avaliados em radiografias de mão e punho e das vértebras cervicais em telerradiografias em norma lateral, em indivíduos com idade média de 13 anos e 6 meses e desvio padrão de 2 anos e 3 meses (variando de 8 anos e 6 meses a 16 anos e 11 meses). A casuística foi composta por 209 conjuntos radiográficos (radiografias de mão e punho e telerradiografias em norma lateral) tomados na mesma data para cada indivíduo . Dois avaliadores, devidamente treinados e calibrados classificaram por estágios de maturidade óssea todas as radiografias, as de mão e punho segundo Helm et al, e a avaliação das vértebras cervicais nas telerradiografias em norma lateral, segundo O’Reilly e Yaniello (1988) e Baccetti, Franchi e McNamara (2002). Considerando a classificacão de Helm et al (1971) como padrão áureo, teste de correlação de Spearman foi aplicado para verificar relação com os dois métodos que avaliam as vértebras cervicais. Os resultados indicam que houve forte correlação entre os métodos de avaliação das vértebras cervicais e de mão e punho (Rs= 0,906 para O’Reilly e Yaniello(1988) e Helm et al. (1971) e Rs= 0,889 para Baccetti, Franchi e McNamara Jr (2002) e Helm et al. (1971), para todos p<0,001). A análise estatística descritiva indicou que houve maior número de ocorrências concordantes na identificação do início e do pico máximo do surto. Com base nesses resultados pode-seconcluir que a avaliação da maturidade óssea pelas vértebras cervicais oferece confiabilidade para a identificação do início e pico do surto de crescimento puberal, mas não para a identificação dos estágios na fase descendente, portanto, continuar usando a radiografia de mão e punho ainda se faz imprescindível quando é necessária a identificação de algum potencial de crescimento restante
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 18.02.2005
  • Acesso online ao documento

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    BibliotecaCód. de barrasNúm. de chamada
    FO11500015852CRFO98
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    • ABNT

      HORLIANA, Ricardo Fidos; DOMINGUEZ, Gladys Cristina. Estudo da relação entre os estágios de maturidade óssea avaliados em radiografias de mão e punho e das vértebras cervicais em telerradiografias em norma lateral. 2005.Universidade de São Paulo, São Paulo, 2005. Disponível em: < http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/23/23133/tde-07062005-120824/ >.
    • APA

      Horliana, R. F., & Dominguez, G. C. (2005). Estudo da relação entre os estágios de maturidade óssea avaliados em radiografias de mão e punho e das vértebras cervicais em telerradiografias em norma lateral. Universidade de São Paulo, São Paulo. Recuperado de http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/23/23133/tde-07062005-120824/
    • NLM

      Horliana RF, Dominguez GC. Estudo da relação entre os estágios de maturidade óssea avaliados em radiografias de mão e punho e das vértebras cervicais em telerradiografias em norma lateral [Internet]. 2005 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/23/23133/tde-07062005-120824/
    • Vancouver

      Horliana RF, Dominguez GC. Estudo da relação entre os estágios de maturidade óssea avaliados em radiografias de mão e punho e das vértebras cervicais em telerradiografias em norma lateral [Internet]. 2005 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/23/23133/tde-07062005-120824/