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Tolerância à dessecação em Pleurostima purpurea (Velloziaceae): trocas gasosas, pigmentos fotossintétios e conteúdo relativo de água foliar (2005)

  • Authors:
  • USP affiliated authors: AIDAR, SAULO DE TARSO - ESALQ
  • USP Schools: ESALQ
  • Sigla do Departamento: LCF
  • Subjects: ECOFISIOLOGIA VEGETAL; FISIOLOGIA VEGETAL; PIGMENTOS VEGETAIS
  • Language: Português
  • Abstract: Pleurostima purpurea (Velloziaceae) é uma espécie rupícola encontrada em afloramentos rochosos do estado do Rio de Janeiro, sudeste do Brasil. Por apresentar notável capacidade de tolerar a dessecação vegetativa, este estudo teve o intuito de esclarecer detalhes sobre a estratégia ecofisiológica utilizada por tais plantas frente à desidratação do ambiente e as vantagens associadas ao processo. Para tanto foi analisada a dinâmica de trocas gasosas, o conteúdo de pigmentos fotossintéticos e o conteúdo relativo de água de tecidos foliares durante os processos de dessecação e reidratação de indivíduos adultos cultivados. Comportaram-se como homeohídricas típicas economizadoras de água sob condição de seca moderada que, quando agravada, assumiram o comportamento de pecilohídricas e peciloclorófilas. A suspensão da irrigação provocou o fechamento estomático sob conteúdo relativo de água foliar acima de 90%, levando a restrições sobre a transpiração e assimilação líquida de carbono até o estabelecimento da anabiose. Durante este processo, houve um atraso na diminuição do CRAfoliar em relação ao CRAplanta-solo. A degradação das clorofilas acompanhou a diminuição do CRAfoliar, o qual alcançou o valor médio mínimo de 17% sem incorrer na abscisão das folhas, enquanto sua resíntese somente se iniciou após a total reidratação dos mesmos tecidos. Durante todo este processo o conteúdo de carotenóides manteve-se estável. 12 horas de reidratação do solo de cultivo foramsuficientes para a retomada respiratória. Um balanço positivo de CO2 foi observado a partir da 36ª hora de reidratação quando o grau de abertura estomática passou a ser maior do que o observado para o grupo controle. Comparando-se com as condições iniciais, 84 horas de reidratação foram suficientes para a recuperação fotossintética mesmo com uma recuperação apenas parcial do conteúdo de clorofilas. Assim como os ) tecidos foliares, suas raízes também devem ser tolerantes à dessecação.
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 07.12.2005
  • Acesso online ao documento

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    Exemplares físicos disponíveis nas Bibliotecas da USP
    BibliotecaCód. de barrasNúm. de chamada
    ESABC10500039626t584.29 A288t e.2 86359
    How to cite
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    • ABNT

      AIDAR, Saulo de Tarso; GONCALVES, Antonio Natal. Tolerância à dessecação em Pleurostima purpurea (Velloziaceae): trocas gasosas, pigmentos fotossintétios e conteúdo relativo de água foliar. 2005.Universidade de São Paulo, Piracicaba, 2005. Disponível em: < http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/11/11144/tde-12012006-151513/ >.
    • APA

      Aidar, S. de T., & Goncalves, A. N. (2005). Tolerância à dessecação em Pleurostima purpurea (Velloziaceae): trocas gasosas, pigmentos fotossintétios e conteúdo relativo de água foliar. Universidade de São Paulo, Piracicaba. Recuperado de http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/11/11144/tde-12012006-151513/
    • NLM

      Aidar S de T, Goncalves AN. Tolerância à dessecação em Pleurostima purpurea (Velloziaceae): trocas gasosas, pigmentos fotossintétios e conteúdo relativo de água foliar [Internet]. 2005 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/11/11144/tde-12012006-151513/
    • Vancouver

      Aidar S de T, Goncalves AN. Tolerância à dessecação em Pleurostima purpurea (Velloziaceae): trocas gasosas, pigmentos fotossintétios e conteúdo relativo de água foliar [Internet]. 2005 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/11/11144/tde-12012006-151513/