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Os muito idosos no município de São Paulo (2006)

  • Authors:
  • USP affiliated authors: FERREIRA, JOSÉ VICENTE CORRÊA - FSP
  • USP Schools: FSP
  • Sigla do Departamento: HEP
  • Subjects: IDOSOS; SAÚDE DO IDOSO; LEVANTAMENTOS EPIDEMIOLÓGICOS; ENVELHECIMENTO; ENVELHECIMENTO DA POPULAÇÃO
  • Language: Português
  • Abstract: Introdução: A humanidade passa por uma transformação notável, com profundas implicações para a organização social e para as políticas de Saúde Pública: o envelhecimento da população. Ao contrário dos países desenvolvidos, no Brasil e na maioria dos paises em desenvolvimento a população idosa vem aumentando em um cenário de pobreza e despreparo. Nesse quadro, os idosos com idade igual ou superior a 80 anos que, segundo o censo de 2000, já eram 1.787.607, representam um segmento da população pouco estudado e que possui demandas e características singulares e notavelmente diferentes das dos idosos mais jovens. Objetivo: Este estudo, parte do projeto SABE, tem como objetivo descrever as características sócio-demográficas e de saúde da população com idade igual ou maior que 80 anos residente no Município de São Paulo e que participou do estudo SABE no ano de 2000.Metodologia: Essa pesquisa é parte do Estudo SABE - Saúde, Bem-Estar e Envelhecimento - estudo multicêntrico que busca traçar o perfil dos idosos na América Latina e Caribe. A população de estudo foi composta pelos 2136 idosos residentes, no ano 2000, na área urbana do município de São Paulo, e os dados coletados por meio de questionário padronizado. Resultados: observou-se uma alta prevalência de doenças crônicas não-transmissíveis nessa população, com destaque para a hipertensão e doenças reumáticas. A dentição, a audição e a visão foram mal avaliadas pelos muito idosos entrevistados, e as quedas,realidade para 40,7 por cento dessa população, foram sérias o suficiente para demandarem atendimento médico em 40,2 por cento dos casos. Apesar da fragilidade funcional, uma alarmante proporção de indivíduos não obtinha tratamento adequado e acesso a medicamentos, mesmo para enfermidades graves, como diabetes, doenças cardíacas e cerebrovasculares. ) Além disso, esses idosos careciam de adequada assistência de cuidadores, mesmo em atividades básicas, como ir ao banheiro ou locomoção. Esse quadro é agravado pelo fato de 14 por cento dos homens e 1/4 das mulheres viverem sozinhos, sendo esse o arranjo domiciliar no qual os níveis de ajuda foram os menores encontrados. Os muito idosos brasileiros encontram-se marginalizados por órgãos públicos e assistenciais despreparados para atender às necessidades especiais desse segmento
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 05.09.2006
  • Acesso online ao documento

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    Exemplares físicos disponíveis nas Bibliotecas da USP
    BibliotecaCód. de barrasNúm. de chamada
    FSP11800038319Mtr 1452
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    • ABNT

      FERREIRA, José Vicente Corrêa; LEBRÃO, Maria Lúcia. Os muito idosos no município de São Paulo. 2006.Universidade de São Paulo, São Paulo, 2006. Disponível em: < http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/6/6132/tde-01022007-174148/ >.
    • APA

      Ferreira, J. V. C., & Lebrão, M. L. (2006). Os muito idosos no município de São Paulo. Universidade de São Paulo, São Paulo. Recuperado de http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/6/6132/tde-01022007-174148/
    • NLM

      Ferreira JVC, Lebrão ML. Os muito idosos no município de São Paulo [Internet]. 2006 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/6/6132/tde-01022007-174148/
    • Vancouver

      Ferreira JVC, Lebrão ML. Os muito idosos no município de São Paulo [Internet]. 2006 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/6/6132/tde-01022007-174148/

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