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Reparação óssea alveolar após implante de uma combinação de proteínas derivadas da matriz de esmalte e osso autógeno. Estudo histométrico (2005)

  • Authors:
  • USP affiliated authors: PRATA, CELINA ANTONIO - FORP
  • USP Schools: FORP
  • Subjects: REPARAÇÃO ALVEOLAR; IMPLANTES DENTÁRIOS; REABILITAÇÃO BUCAL
  • Language: Português
  • Abstract: Inúmeros materiais biocompatíveis são utilizados em defeitos ósseos no sentido de acelerar a neoformação óssea e promover a osseointegração. Um destes materiais é a proteína derivada da matriz do esmalte (PDME emdogain), que tem demonstrado eficácia na regeneração de tecidos periodontais devido a sua ação estimuladora na proliferação de células do ligamento periodontal. Um outro é o osso autógeno que tem sido utilizado com sucesso como implante em defeito intra-ósseo, e é ainda considerado a referência, padrão devido as suas vantagens, biológicas e ,potencial osteogênico. O objetivo deste estudo foi avaliar histológica e histometricamente a reparação óssea alveolar após a extração .dental em ratos implantados/enxertados com proteínas derivadas da matriz do esmalte (PDME), com osso autógeno (OA) e com a associação de OA e PDME. Ratos machos (Rattus norvegicus, variedade Wistar), pesando entre 250 a 300 g, foram anestesiados e submetidos à extração do incisivo superior direito e divididos em: grupo controle (sem implante), grupo implantado com PDME, grupo implantado com OA (fragmentos de osso do rebordo alveolar foram implantados no terço cervical do alvéolo) e grupo implantado com OA e PDME. Os animais foram sacrificados no 7°, 21° e 42° dias após a extração, suas maxilas foram fixadas, descalcificadas, incluídas em parafina para a obtenção de secções finas (6 'mü') e coradas com HE. Através de um sistema de análise de imagens estimou-se a fração devolume do tecido ósseo em todo alvéolo e em áreas contíguas ao implante. Os animais implantados com PDME tiveram um formação óssea semelhante aos controles no período de 1 dias e menor nos outros períodos (21 e 42) embora sem significância estatística. O enxerto de osso no terço cervical do alvéolo, tanto o OA como a associação do AO e PDME mostrou uma osteOintegração progressiva e sem reação de corpo estranho. A quantificação da reparação óssea no alvéolo evidenciou que o AO associado à PDME produziu maior quantidade de osso em relação aos outros grupos (10%) em todos os períodos estudados, mas sem signíficância estatística. Concluiu-se que as PDME-emdogain sozinhas não estimularam a formação óssea no interior do alvéolo, mas quando associadas ao OA produziu aumento da quantidade de osso neoformado
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 20.12.2005

  • Exemplares físicos disponíveis nas Bibliotecas da USP
    BibliotecaCód. de barrasNúm. de chamada
    FORP11700006827Prata, Celina Antonio
    How to cite
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    • ABNT

      PRATA, Celina Antonio; BRENTEGANI, Luiz Guilherme. Reparação óssea alveolar após implante de uma combinação de proteínas derivadas da matriz de esmalte e osso autógeno. Estudo histométrico. 2005.Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto, 2005.
    • APA

      Prata, C. A., & Brentegani, L. G. (2005). Reparação óssea alveolar após implante de uma combinação de proteínas derivadas da matriz de esmalte e osso autógeno. Estudo histométrico. Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto.
    • NLM

      Prata CA, Brentegani LG. Reparação óssea alveolar após implante de uma combinação de proteínas derivadas da matriz de esmalte e osso autógeno. Estudo histométrico. 2005 ;
    • Vancouver

      Prata CA, Brentegani LG. Reparação óssea alveolar após implante de uma combinação de proteínas derivadas da matriz de esmalte e osso autógeno. Estudo histométrico. 2005 ;