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Custeio alvo na indústria brasileira de autopeças (2008)

  • Authors:
  • USP affiliated authors: BERTUCCI, CARLOS EDUARDO - FEA
  • USP Schools: FEA
  • Sigla do Departamento: EAC
  • Subjects: CONTABILIDADE DE CUSTO; CUSTO INDUSTRIAL; CONTABILIDADE ESTRATÉGICA; PREÇOS; INDÚSTRIA AUTOMOBILÍSTICA
  • Language: Português
  • Abstract: O Custeio Alvo, desenvolvido dentro do ambiente empresarial japonês, teve forte difusão no ambiente ocidental a partir da década de 1990. Alguns estudos identificaram, no entanto, que o mercado sofreu uma série de adaptações para se adequar às características de um ambiente distinto daquele para o qual havia sido concebido; adicionalmente, identificou-se também que empresas haviam desenvolvido estruturas similares à do Custeio Alvo sem terem tido conhecimento da estrutura conceitual do modelo. O presente estudo desejou avaliar se o Custeio Alvo é utilizado no Brasil por um segmento específico da indústria, o de autopeças, se houve alterações significativas em relação ao que a Literatura preconiza e se alguns fatores contingentes específicos possuem influência na adoção do modelo. O estudo teve por foco as empresas com faturamento bruto superior a 50 milhões de Rconsequentemente sobre seu preço - desta forma, as empresas nao utilizam predominantemente a abordagem do Custeio Alvo, optando por modelos de cost plus, onde seus preços são definidos a partir de sua estrutura de custos. Identificou-se também que algumas das práticas do Custeio Alvo são amplamente utilizadas, a exemplo da engenharia de valor, adequação dos custos a )limitações externas e uso de grupos multifuncionais; em relação a este último, identificou-se forte participação dos departamentos de vendas (coordenador do processo) e controladoria, diferentemente do que se havia identificado em outros estudos. No entanto, o relacionamento com fornecedores é geralmente conflitivo, baseando-se mais em pressões durante negociações do que em estratégicas conjuntas. Adicionalmente, o comprometimento com o Custo Máximo Admissível, definido durante o processo de cotação, é bastante baixo - as empresas frequentemente aceitam lançar produtos sem que o Custo Máximo Admissível tenha sido alcançado, executando atividades de kaizen e melhorias contínuas após o lançamento de forma a alterar características que já deveriam ter sido comprometidas durante o projeto. Finalmente, ao realizar cotações, as empresas não consideram apenas os custos incrementais - são frequentemente realizadas alocações de custos indiretos, administrativos e logísticos
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 08.04.2008
  • Acesso online ao documento

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    BibliotecaCód. de barrasNúm. de chamada
    FEA20600033120T657.42 B552c e.2
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    • ABNT

      BERTUCCI, Carlos Eduardo; ROCHA, Welington. Custeio alvo na indústria brasileira de autopeças. 2008.Universidade de São Paulo, São Paulo, 2008. Disponível em: < http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/12/12136/tde-09052008-134102/ >.
    • APA

      Bertucci, C. E., & Rocha, W. (2008). Custeio alvo na indústria brasileira de autopeças. Universidade de São Paulo, São Paulo. Recuperado de http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/12/12136/tde-09052008-134102/
    • NLM

      Bertucci CE, Rocha W. Custeio alvo na indústria brasileira de autopeças [Internet]. 2008 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/12/12136/tde-09052008-134102/
    • Vancouver

      Bertucci CE, Rocha W. Custeio alvo na indústria brasileira de autopeças [Internet]. 2008 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/12/12136/tde-09052008-134102/

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