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Avaliação da densidade mineral óssea em pacientes com hiperparatireoidismo primário hereditário associado à neoplasia endócrina múltipla tipo 1, antes e após paratireoidectomia (2009)

  • Authors:
  • USP affiliated authors: COUTINHO, FLAVIA LIMA - FM
  • USP Schools: FM
  • Subjects: DENSIDADE ÓSSEA; NEOPLASIA ENDÓCRINA MÚLTIPLA
  • Language: Português
  • Abstract: O objetivo deste estudo é avaliar o perfil densitométrico e o impacto do tratamento cirúrgico na DMO em pacientes com HPT/NEM1. Neste estudo, avaliamos inicialmente 36 pacientes (18 homens e 18 mulheres) com diagnóstico de HPT/NEM1 (média de idade ao diagnóstico de HPT de 38,99 ± 14.46 anos, 20-74 anos). Estes pacientes pertenciam a oito famílias não relacionadas previamente caracterizadas clinicamente e portadoras de mutações germinativas MEN1. Avaliamos a DMO no terço proximal do rádio distal (1/3 RD), fêmur (colo do fêmur e fêmur total) e coluna lombar (L1-L4) destes 36 pacientes. A DMO foi medida pela densitometria óssea de dupla emissão com fonte de raios X (DXA) e os valores expressos em índice T, índice Z e em valores absolutos (g/cm2). Após esta avaliação da DMO, vinte e quatro pacientes foram submetidos à paratireoidectomia total seguida por auto-implante em antebraço não dominante. Em um grupo selecionado de 16 pacientes foi avaliada a densidade mineral óssea antes e após (período médio de 15 meses) o tratamento cirúrgico. Desmineralização óssea (osteoporose/osteopenia) foi observada no 1/3 RD (28/34, 79,4%); colo do fêmur (26/36, 72,7%) e na coluna lombar (25/36, 69,4%). Osteopenia foi principalmente observada no colo do fêmur (19/36, 52,8%), seguida pelo 1/3 RD (14/34, 41,2 %) e coluna lombar (11/36, 30,5%). Osteoporose foi observada principalmente na coluna lombar (14/36, 38,9%) e 1/3 RD (14/34, 41,2%); enquanto no colo do fêmur (7/36, 19,4%) aprevalência foi menor. Valores médios de índice T estavam severamente reduzidos no 1/3 RD (-2,46 1,436 DP), seguido pela coluna lombar (-2,05 1,539 DP), e o colo do fêmur foi o menos afetado (-1,60 1,138 DP) ) Nos 16 pacientes submetidos ao tratamento cirúrgico, no período médio de 15 meses após PTx, a DMO (g/cm2) aumentou significativamente na coluna lombar de 0,843 para 0,909 g/cm2 (+ 8,4%; p=0,001). A DMO (g/cm2) no colo do fêmur também aumentou significativamente de 0,745 para 0,798 g/cm2 (+ 7,7%; p=0.0001). No 1/3 RD não houve modificação estatisticamente significante da DMO (0,627 0,089 para 0,622 0,075; p=0,76)
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 12.03.2009
  • Acesso online ao documento

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    Exemplares físicos disponíveis nas Bibliotecas da USP
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    FM10700065169FM W4.DB8 SP.USP FM-1 C896av 2008
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    • ABNT

      COUTINHO, Flávia Lima; TOLEDO, S. P. A. Avaliação da densidade mineral óssea em pacientes com hiperparatireoidismo primário hereditário associado à neoplasia endócrina múltipla tipo 1, antes e após paratireoidectomia. 2009.Universidade de São Paulo, São Paulo, 2009. Disponível em: < http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5135/tde-16062009-171933/ >.
    • APA

      Coutinho, F. L., & Toledo, S. P. A. (2009). Avaliação da densidade mineral óssea em pacientes com hiperparatireoidismo primário hereditário associado à neoplasia endócrina múltipla tipo 1, antes e após paratireoidectomia. Universidade de São Paulo, São Paulo. Recuperado de http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5135/tde-16062009-171933/
    • NLM

      Coutinho FL, Toledo SPA. Avaliação da densidade mineral óssea em pacientes com hiperparatireoidismo primário hereditário associado à neoplasia endócrina múltipla tipo 1, antes e após paratireoidectomia [Internet]. 2009 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5135/tde-16062009-171933/
    • Vancouver

      Coutinho FL, Toledo SPA. Avaliação da densidade mineral óssea em pacientes com hiperparatireoidismo primário hereditário associado à neoplasia endócrina múltipla tipo 1, antes e após paratireoidectomia [Internet]. 2009 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5135/tde-16062009-171933/