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Síndrome metabólica e stress em usuários de Unidades Básicas de Saúde da zona sul de São Paulo (2009)

  • Authors:
  • USP affiliated authors: LEITãO, MARIA PAULA CARVALHO - FSP
  • USP Schools: FSP
  • Subjects: ESTRESSE (ASPECTOS SOCIOECONÔMICOS;PREVALÊNCIA;EFEITOS); CONDIÇÕES DE SAÚDE (FATORES SOCIOECONÔMICOS); FATORES SOCIOECONÔMICOS; HÁBITOS
  • Language: Português
  • Abstract: Introdução: Entre os principais fatores que contribuem para o surgimento da Síndrome metabólica (SM) estão a predisposição genética, inatividade física, distúrbios da homeostase da glicose, hipertensão arterial, obesidade centralizada e dislipidemias. Por outro lado, o stress tem sido apontado como fator de risco para a obesidade centralizada e para a hipertensão arterial. A SM e o stress tem sido pouco avaliados em estudos populacionais. Objetivo: Verificar a prevalência de síndrome metabólica e do stress e a relação de ambos com o nível socioeconômico, hábitos comportamentais, condições de saúde e áreas de residência em usuários de Unidades Básicas de Saúde da zona sul de São Paulo. Métodos: Trata-se de um estudo de corte transversal, cuja amostra aleatória foi constituída por usuários, maiores de 20 anos, de Unidades Básicas de Saúde, situadas no Jardim Germânia, 187 usuários (com predominância de classe média) e no Jardim Comercial, 265 usuários (com predominância de classe pobre), totalizando 452 usuários. Os indivíduos que concordaram em participar do estudo assinaram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. Para detectar a presença de stress foi utilizado o Inventário de Sintomas de Stress para Adultos de Lipp (ISSL). Para o diagnóstico da SM utilizou-se o critério proposto pela International Diabetes Federation (circunferência da cintura com valores étnicos especificados, sendo para os sul americanos, cintura abdominal 80 cmpara mulheres e 90 cm para homens), mais dois quaisquer dos quatro seguintes critérios: glicemia de jejum 100 mg/dL; triglicerídeos 150 mg/dL; colesterol HDL 88 cm e glicemia de jejum 110 mg/dL. A avaliação laboratorial e clínica constou dos seguintes exames: glicemia de jejum, colesterol total e frações, triglicerídeos e mensuração da pressão arterial. Na avaliação antropométrica foram aferidas medidas de peso, estatura, ) circunferências abdominal e do quadril. Foi utilizado questionário geral para obtenção de dados sociodemográficos, socioeconômicos, antecedentes familiares e pessoais de morbidades, hábitos comportamentais como tabagismo, etilismo e atividade física. Para avaliação da atividade física foram utilizados o Questionário Internacional de Atividade Física (IPAQ) versão longa modificada junto com o Questionário do Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (VIGITEL) e o método preconizado pela OMS 1985. Análise Estatística: Foi realizada análise exploratória dos dados visando o conhecimento da amostra. Efetuou-se cálculo da prevalência bruta da SM e stress por sexo e por local de residência. Neste trabalho, o nível de significância adotado foi de 5 por cento. Foi estabelecida associação entre as variáveis explicativas de interesse e SM e stress, empregando-se a regressão logística multivariada. Na regressão logística, a verificação do ajuste dos modelos foi realizada por meio do teste doquiquadrado e teste de Hosmer Lemeshow. A presença ou não de multicolinearidade (alta correlação entre as variáveis independentes) foi testada em cada modelo, empregando-se critérios para diagnóstico de multicolinearidade. Resultados: A maioria dos participantes do estudo era do sexo feminino, UBS Jardim Comercial 59,2 por cento e UBS Jardim Germânia 67,4 por cento, a faixa etária com maior representatividade foi 40 49 anos para ambos os sexos nas duas UBS, respectivamente 26,4 por cento e 21,4 por cento. No Jardim Germânia, os percentuais de SM para os homens foram 18 por cento e 11,5 por cento, pelos critérios do IDF e do NCEP ATP III, respectivamente; para as mulheres, por esses critérios, foram de 25.4 por cento e 19 por cento. No Jardim Comercial, os percentuais para os homens foram 27,8 por cento (IDF) e 20,4 por cento (NCEP ) ATP III). Para as mulheres, 24,2 por cento (IDF) e 19,7 por cento (NCEP ATP III). No Jardim Germânia, o percentual de stress para os homens foi de 60,7 por cento e para as mulheres 84,1 por cento. No Jardim Comercial, o percentual para os homens foi de 43,5 por cento e para as mulheres de 69,4 por cento. A maioria dos participantes do estudo que apresentaram stress, se encontravam na fase de resistência. A fase de quase-exaustão foi encontrada principalmente entre as mulheres: 13,4 por cento no Jardim Comercial e 26,2 por cento no Jardim Germânia. Quanto à associação entre Stress e variáveis nas duas UBS, o sexo feminino apresentou 3vezes mais chance (OR=3,275; p
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 04.09.2009
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    FSP11800042666Mtr 1653
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    • ABNT

      LEITÃO, Maria Paula Carvalho; MARTINS, Ignez Salas. Síndrome metabólica e stress em usuários de Unidades Básicas de Saúde da zona sul de São Paulo. 2009.Universidade de São Paulo, São Paulo, 2009. Disponível em: < http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/6/6138/tde-10092009-095654/ >.
    • APA

      Leitão, M. P. C., & Martins, I. S. (2009). Síndrome metabólica e stress em usuários de Unidades Básicas de Saúde da zona sul de São Paulo. Universidade de São Paulo, São Paulo. Recuperado de http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/6/6138/tde-10092009-095654/
    • NLM

      Leitão MPC, Martins IS. Síndrome metabólica e stress em usuários de Unidades Básicas de Saúde da zona sul de São Paulo [Internet]. 2009 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/6/6138/tde-10092009-095654/
    • Vancouver

      Leitão MPC, Martins IS. Síndrome metabólica e stress em usuários de Unidades Básicas de Saúde da zona sul de São Paulo [Internet]. 2009 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/6/6138/tde-10092009-095654/

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