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Confiabilidade e validade de um dinamômetro isométrico modificado, desenvolvido para avaliar déficits no desempenho muscular e sua correlação com testes funcionais em pacientes submetidos à reconstrução do ligamento cruzado anterior e indivíduos controle (2009)

  • Authors:
  • USP affiliated authors: VASCONCELOS, RODRIGO ANTUNES DE - FMRP
  • USP Schools: FMRP
  • Sigla do Departamento: RAL
  • Subjects: JOELHO (REABILITAÇÃO); LIGAMENTO CRUZADO ANTERIOR; LIGAMENTOS ARTICULARES
  • Language: Português
  • Abstract: Em estudo de mapeamento funcional dos sítios encefálicas envolvidos com o comportamento predatório em ratos, através de imunodetecção da proteína Fos, Comoli e Canteras (2000) encontraram ativação das porções laterais das camadas intermediárias do Colículo Superior (CSI), não observada em outras situações comportamentais, tais como confronto com um predador natural, nado forçado, choque nas patas, ou após consumo de ração (Comoli e Canteras, 2000; Comoli et al., 2005). Os autores também relataram que a lesão bilateral na região do CSI com ácido N-metil-D-aspártico (NMDA) comprometeu o desempenho do comportamento predatório. Os animais lesados apresentaram movimentos apráxicos da musculatura orofacial e patas dianteiras, e conseqüente dificuldade na captura, imobilização e manuseio das presas. Tais animais se mostraram menos responsivos aos movimentos de deslocamento das presas, estímulo este muito eficiente em eliciar uma resposta de orientação e ataque imediata e muito acurada em ratos normais (Comoli e Canteras, 2000). Estudos com traçadores neuronais e estimulação elétrica sugerem que o CSI origina uma via descendente envolvida com movimentos de orientação e perseguição (Redgrave et al., 1986, Dean et al., 1989). Comoli e Canteras sugeriram que tanto o deslocamento da presa como o contacto das vibrissas são estímulos fundamentais para desencadear a predação, e que esses estímulos podem estar envolvidos com o aumento da marcação de Fos no CSI napredação, uma vez que o CSI recebe aferências sensoriais de estruturas relacionadas á sensibilidade da face e das vibrissas através dos núcleos espinhal (SpV) e principal (PrV) do complexo trigeminal (Comoli e Canteras, 2000; Hemelt e Keller, 2007; Huerta et al., 1983, Killackeye Erzurumlu, 1981), lona Incerta (li) (Kolmac et al., 1998; Comoli e Canteras, 2000), núcleo reticular parvicelular (PARN) e ) córtex somatossensorial primário (SSp) (Cohen et al., 2008; Comoli e Canteras, 2000). No intuito de melhor compreender o papel do CSI no comportamento predatório, nós avaliamos a influência das vibrissas na predação no contexto da circuitaria colicular. Para tal, os ratos foram habituados às condições experimentais e então expostos a baratas vivas e íntegras da espécie Leurolestes circunvagans. Após a predação, as vibrissas foram removidas e depois de 48 horas os animais foram expostos novamente às presas. Os animais sem vibrissas predaram satisfatoriamente. Entretanto, observamos um menor número de ataques certeiros sobre as presas. Tal déficit comportamental foi revertido após reconstituição das vibrissas ao tamanho original (30 dias após a remoção). Avaliamos o padrão de marcação de Fos no CSI durante o comportamento predatório, tanto de ratos com vibrissas intactas como daqueles sem vibrissas, e verificamos que houve uma diminuição da marcação de Fos na extremidadelateral da camada branca intermediária, enquanto na extremidade lateral da camadacinzenta intermediária a marcação se manteve. Em conjunto, os dados anatômicos e comportamentais sugerem que as vibrissas não são fundamentais para desencadear a predação, mas são importantes para uma melhor acuidade de ataques. Sugerimos que a marcação de Fos observada no CSI possa estar mais relacionada aos componentes motores da predação, e que os animais lesados bilateralmente no CSI não predaram eficientemente por terem sofrido principalmente uma perda motora. A morte de células na camada branca do CSI decorrente da lesão poderia estar relacionada com os possíveis déficits de orientação observados nesses animais. Diferentemente, os animais sem vibrissas ficam menos providos de informações sensoriais espaciais que poderiam levar à localização espacial mais precisa das presas e gerar ) ataques mais certeiros
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 02.06.2009

  • How to cite
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    • ABNT

      VASCONCELOS, Rodrigo Antunes de; BEVILAQUA-GROSSI, Débora. Confiabilidade e validade de um dinamômetro isométrico modificado, desenvolvido para avaliar déficits no desempenho muscular e sua correlação com testes funcionais em pacientes submetidos à reconstrução do ligamento cruzado anterior e indivíduos controle. 2009.Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto, 2009.
    • APA

      Vasconcelos, R. A. de, & Bevilaqua-Grossi, D. (2009). Confiabilidade e validade de um dinamômetro isométrico modificado, desenvolvido para avaliar déficits no desempenho muscular e sua correlação com testes funcionais em pacientes submetidos à reconstrução do ligamento cruzado anterior e indivíduos controle. Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto.
    • NLM

      Vasconcelos RA de, Bevilaqua-Grossi D. Confiabilidade e validade de um dinamômetro isométrico modificado, desenvolvido para avaliar déficits no desempenho muscular e sua correlação com testes funcionais em pacientes submetidos à reconstrução do ligamento cruzado anterior e indivíduos controle. 2009 ;
    • Vancouver

      Vasconcelos RA de, Bevilaqua-Grossi D. Confiabilidade e validade de um dinamômetro isométrico modificado, desenvolvido para avaliar déficits no desempenho muscular e sua correlação com testes funcionais em pacientes submetidos à reconstrução do ligamento cruzado anterior e indivíduos controle. 2009 ;


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