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Estudo hemodinamico materno fetal pré e pós-tratamento de crise hipertensiva (2010)

  • Authors:
  • USP affiliated authors: BAGIO, MARIA RITA DE FIGUEIREDO - FMRP
  • USP Schools: FMRP
  • Sigla do Departamento: RGO
  • Subjects: HIPERTENSÃO NA GRAVIDEZ; GRAVIDEZ; ULTRASSONOGRAFIA DOPPLER; FARMACOCINÉTICA
  • Keywords: Doppler; Gestação; Hidralazina; Hipertensão; Labetalol; Doppler; Hydralazine; Hypertension; Labetalol; Pregnancy
  • Language: Português
  • Abstract: Introdução: A síndrome hipertensiva gestacional (SHG) afeta três milhões de mulheres por ano no mundo e pode resultar em inúmeras perdas fetais e perinatais, além de ser responsável pela morte de uma mulher a cada 6 minutos em todo o mundo.Durante uma crise hipertensiva na gestação ocorre vasoconstricão arteriolar generalizada e diminuição do fluxo útero placentário. A diminuição de fluxo na artéria uterina ocasiona déficit do aporte de oxigénio nas áreas de troca materno fetal submetendo o feto à regime de hipóxia transitória comprováveis na avaliação hemodinamica O labetalol e a hidralazina são anti hipertensivos de primeira escolha na gravidez, uma vez que aumentam o fluxo útero placentário em decorrência da redução da resistência vascular uterino. Objetivos:Avaliar as condições hemodinamicas materno/fetais durante o periodo da crise hipertensiva e após seu tratamento com labetalol e/ou hidralazina Pacientes e métodos. Foram avaliadas 18 pacientes com quadro de crise hipertensiva com pressão arterial maior que 160xl lOmmHg, sem sintomas de eminência de eclampsia. Realizou-se estudo dopplervelocimétrico das artérias uterinas direita e esquerda materna, umbilical e cerebral média fetal.A avaliação hernodinamica materno/fetal foi realizada no momento da crise hipertensiva e após o tratamento com labetalol elou hidralazina. A análise pós tratamento foi realizada após estabilização da pressão arterial < 1 50/lOOmmHg. Resultados.A média de idade das pacientes foi de 29,11 anos e a idade gestacional média do estudo de 34,5 semanas.O valor médio da pressão arterial sistólico e diastólica durante a crise hipertensiva foi de 174,71 e 112,35mmHg, respectivamente.Os parâmetros dopplervelocimétricos avaliados na crise hipertensiva foram: IP da artéria uterina direita 1,24+-0,42; IP da artéria uterina esquerda 1,29+-0,40; IR da artéria cerebral média deO,78+-O,06 e IR da artéria umbilical de O,65+-O,12. Após 0 tratamento da crise hipertensiva a pressão arterial sistólico média foi de 1 46,47mmHg e a pressão arterial diastólica média de 87,06mmHg. Após o tratamento da crise hipertensiva, os parâmetros avaliados foram: IP da artéria uterino direita 1,26+O,37; IP da artéria uterina esquerda 1,37+-0,36; IR da artéria cerebral média de O,78+-O,O9 e IR da artéria umbilical de O,67+-O,O9. Não houve diferenças estatísticas significativas nos parâmetros Doppler quando comprados os valores na crise hipertensiva e após o controle da pressão arterial. Conclusão:As gestações de pacientes com síndromes hipertensivas são consideradas de alto risco e, devem ser alvo de observação rigorosa durante o pré-natal.A análise dopplervelocimétrica fetal (artéria cerebral média e umbilical) e materna (artérias uterinos) deve ser realizada para avaliação da vitalidade fetal nestas pacientes, inclusive durante de crise hipertensiva.Este estudo demonstrou não haver diferença na avaliação dos parâmetros dopplervelocimétricos materno e fetal, durante ou após a crise hipertensiva tratada com hidralazina/labetalo
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 20.04.2010
  • Acesso online ao documento

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    Exemplares físicos disponíveis nas Bibliotecas da USP
    BibliotecaCód. de barrasNúm. de chamada
    FMRP11200055166Bagio, Maria Rita Figueiredo
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    • ABNT

      BAGIO, Maria Rita de Figueiredo; CAVALLI, Ricardo de Carvalho. Estudo hemodinamico materno fetal pré e pós-tratamento de crise hipertensiva. 2010.Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto, 2010. Disponível em: < http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17145/tde-27092013-163414/ >.
    • APA

      Bagio, M. R. de F., & Cavalli, R. de C. (2010). Estudo hemodinamico materno fetal pré e pós-tratamento de crise hipertensiva. Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto. Recuperado de http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17145/tde-27092013-163414/
    • NLM

      Bagio MR de F, Cavalli R de C. Estudo hemodinamico materno fetal pré e pós-tratamento de crise hipertensiva [Internet]. 2010 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17145/tde-27092013-163414/
    • Vancouver

      Bagio MR de F, Cavalli R de C. Estudo hemodinamico materno fetal pré e pós-tratamento de crise hipertensiva [Internet]. 2010 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17145/tde-27092013-163414/

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