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Menor limiar de dor experimental em mulheres com dor pélvica crônica (2010)

  • Authors:
  • USP affiliated authors: GOMIDE, LIANA BARBARESCO - FMRP
  • USP Schools: FMRP
  • Sigla do Departamento: RGO
  • Subjects: PELVE; DOR; ESTIMULAÇÃO ELÉTRICA; ANSIEDADE; DEPRESSÃO
  • Language: Português
  • Abstract: A dor pélvica crônica é uma condição clínica com prevalência elevada e impacto negativo na qualidade de vida das mulheres. A abordagem interdisciplinar e fundamental uma vez que a percepção da dor envolve, além de estímulos nociceptivos, uma combinação de fatores incluindo período menstrual e aspectos emocionais. A complexidade desses fatores faz com que mulheres fiquem muitas vezes sem um diagnóstico e tratamento adequado. Dessa forma, o objetivo desse estudo foi avaliar os limiares experimentais em mulheres com dor pélvica crônica, bem como suas variações na presença de ansiedade e depressão. Foi realizado um estudo do tipo caso-controle com 43 mulheres com dor pélvica crônica e 20 mulheres saudáveis. Os limiares experimentais: sensitivo, motor e doloroso foram mensurados por meio da estimulação elétrica nervosa transcutânea. A intensidade de dor clínica foi mensurada pela Escala Analógica Visual e Questionário McGill de dor e a presença de ansiedade e depressão foi verificada pela Escala Hospitalar de Ansiedade e Depressão. Para a análise estatística foi utilizado o software GraphPad Prism ®, sendo estabelecido o nível de significância de p < 0,05 para todos os testes. As medianas dos limiares dos grupos com dor e controle foram, respectivamente, 2,33 e 2,85 (p = 0,01) para o limiar sensitivo, 8 e 8 (p = 0,11) para o limiar motor e 11,66 e 13,3 (p = 0,0009) para o limiar doloroso. Houve correlação significativa entre a escala analógica visual e os limiares sensitivo (r = - 0,3767 e p = 0,012) e doloroso (r = - 0,42 e p = 0,005). A prevalência de ansiedade no grupo com dor e controle foi, respectivamente, 55,8% e 40% (p>0,05). Já a prevalência de depressão nos grupos com dor e controle foi, respectivamente, 46,5% e 5% (p<0,05). Houve uma correlação significativa entre o limiar sensitivo e ansiedade (r= -0,31 e p = 0,04), limiar doloroso e ansiedade(r = -0,49 e p = 0,001) e entre limiar doloroso e depressão (r = - 0,46 e p = 0,001). A partir dos resultados podemos concluir que menores limiares de dor experimental foram observados em mulheres que apresentaram ansiedade ou depressão e em pacientes com dor pélvica crônica quando comparados as voluntárias saudáveis
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 11.06.2010

  • Exemplares físicos disponíveis nas Bibliotecas da USP
    BibliotecaCód. de barrasNúm. de chamada
    FMRP11200055231Gomide, Liana barbaresco
    How to cite
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    • ABNT

      GOMIDE, Liana barbaresco; REIS, Francisco José Candido dos. Menor limiar de dor experimental em mulheres com dor pélvica crônica. 2010.Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto, 2010.
    • APA

      Gomide, L. barbaresco, & Reis, F. J. C. dos. (2010). Menor limiar de dor experimental em mulheres com dor pélvica crônica. Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto.
    • NLM

      Gomide L barbaresco, Reis FJC dos. Menor limiar de dor experimental em mulheres com dor pélvica crônica. 2010 ;
    • Vancouver

      Gomide L barbaresco, Reis FJC dos. Menor limiar de dor experimental em mulheres com dor pélvica crônica. 2010 ;

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