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Estudo comparativo do efeito analgésico usando três diferentes técnicas anestésicas para injeção intravítrea de bevacizumabe (2010)

  • Authors:
  • USP affiliated authors: LUCENA, LEVY DA ROCHA - FMRP
  • USP Schools: FMRP
  • Subjects: ANESTESIA E ANALGESIA; DOR (MEDIÇÃO); INJEÇÃO (EFEITOS ADVERSOS); RETINA
  • Language: Português
  • Abstract: O objetivo deste estudo foi comparar a eficácia analgésica e a aparência estética, avaliando a hemorragia subconjuntival, associada com as anestesias tópica, subconjuntival e peribulbar para a realização de injeção intravitrea de bevacizumabe. Sessenta pacientes com indicação de injeção intravítrea de bevacizumabe (primeira aplicação) foram randomizados para receber uma entre três tipos de anestesia: colírio de proximetacaina (grupo TÓPICA; n = 20), injeção subconjuntival de xilocaína 2% (grupo SUBCONJUNTIVAL; n = 20), e injeção peribulbar de xilocaína 2% (grupo PERIBULBAR; n = 20). A dor associada com a injeção intravítrea e com o procedimento como um todo (incluindo a administração anestésica) foi avaliada usando a escala analógica visual 15 minutos após a injeção intravítrea. Essa escala varia de 0 a 100, onde zero representa "ausência total de dor", e 100 representa "a dor mais intensa que poderia sentir". Foi realizada avaliação do segmento anterior 24 horas pós-injeção para mensurar, em horas de relógio, a hemorragia subconjuntival. As mensurações principais incluíram: dor relacionada à injeção intravítrea (DRI), dor de todo o procedimento (DTP), e horas de relógio de hemorragia subconjuntival (HSC). Os valores das medianas da DRI para os grupos TÓPICA, SUBCONJUNTIVAL e PERIBULBAR foram: cinco (0 - 22); três (0 - 25) e zero (0 - 11), respectivamente (p = 0.002). O valor da mediana da DRI foi significativamente mais baixa no grupo PERIBULBAR comparado com os grupos TÓPICA e SUBCONJUNTIVAL (p ˂ 0.05), sem diferença Dignificante entre os dois últimos grupos. Os valores das medianas da DTP para os grupos TÓPICA, SUBCONJUNTIVAL e PERIBULBAR foram: cinco (0 - 25); 4.45 (0 - 27) e 9.5 (2 - 30), respectivamente (p = 0.012). O valor da mediana da DTP foi significativamente mais alto no grupo PERIBULBAR comparado com os grupos TÓPICA e SUBCONJUNTIVAL (p < 0.05), sem diferença significante entre osdois últimos grupos. As medianas de HSC nos grupos TÓPICA, SUBCONJUNTIVAL e PERIBULBAR foram: um (0 - 2), quatro (2 - 12), e três (1 - 7), respectivamente (p < 0.0001). A mediana de extensão do HSC foi significativamente mais baixa no grupo TÓPICA comparada com os outros grupos (p < 0.05). O estudo demonstrou que a anestesia tópica, entre as três técnicas anestésicas avaliadas, foi a mais eficiente em controlar a intensidade da dor durante todo o procedimento envolvendo a realização da injeção intravítrea de bevacizumabe, associada à melhor aparência estética após o procedimento, ou seja, menor taxa de hemorragia subconjuntival, sugerindo que pode ser considerada a técnica anestésica de escolha para a maioria dos pacientes que se submeterão à injeção intravítrea
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 10.12.2010

  • Exemplares físicos disponíveis nas Bibliotecas da USP
    BibliotecaCód. de barrasNúm. de chamada
    FMRP11200056608Lucena, Levy da Rocha
    How to cite
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    • ABNT

      LUCENA, Levy da Rocha; JORGE, Rodrigo. Estudo comparativo do efeito analgésico usando três diferentes técnicas anestésicas para injeção intravítrea de bevacizumabe. 2010.Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto, 2010.
    • APA

      Lucena, L. da R., & Jorge, R. (2010). Estudo comparativo do efeito analgésico usando três diferentes técnicas anestésicas para injeção intravítrea de bevacizumabe. Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto.
    • NLM

      Lucena L da R, Jorge R. Estudo comparativo do efeito analgésico usando três diferentes técnicas anestésicas para injeção intravítrea de bevacizumabe. 2010 ;
    • Vancouver

      Lucena L da R, Jorge R. Estudo comparativo do efeito analgésico usando três diferentes técnicas anestésicas para injeção intravítrea de bevacizumabe. 2010 ;

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