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Hidrólise enzimática de celuloses pré-tratadas (2011)

  • Authors:
  • USP affiliated authors: OGEDA, THAIS LUCY - IQ
  • USP Schools: IQ
  • Subjects: HIDRÓLISE; ADSORÇÃO; CELULOSE
  • Language: Português
  • Abstract: A hidrólise enzimática de celulose representa, em relação à hidrólise ácida, uma alternativa limpa para produção de etanol. No entanto, existem duas dificuldades: o alto custo das enzimas e recalcitrância das regiões cristalinas da celulose. Para o primeiro problema, propomos a imobilização de celulase, um complexo enzimático que sinergicamente promove a degradação da celulose em glicose e celobiose, sobre wafers de silício. Apesar da atividade enzimática de celulase adsorvida ser em geral menor que a de celulase livre, a imobilização de celulases provou ser vantajosa, pois permite até seis reusos, mantendo um nível de atividade apenas 20% inferior ao original. Quanto à questão da recalcitrância das regiões cristalinas da celulose, utilizamos diferentes pré-tratamentos de celulose, a fim de reduzir a sua cristalinidade e o seu grau de polimerização, além de também modificar a estrutura supramolecular da celulose e a quantidade de poros que esta apresenta, avaliando todos estes parâmetros quantitativamente frente à atividade enzimática livre e imobilizada. A sacarificação enzimática de celulase livre e imobilizada foi determinada na hidrólise de celulose microcristalina (Avicel), e dois tipos de celulose nativa, algodão e eucalipto. Avicel foi pré-tratada a partir da (i) dissolução e degradação em ácido fosfórico, (ii) dissolução em acetato de 1-etil-3-metil-imidazólio (EMIMAc), e (iii) da hidrólise por endoglucanases adsorvidas, uma enzima do complexo enzimático celulase.Celulose de eucalipto e algodão foram mercerizadas a fim de se retirar contaminantes. A hidrólise com celulase livre levou a taxas de conversão de celulose à glicose que não apresentaram correlação com o índice de cristalinidade, nem com o grau de polimerização, mas apresentaram correlação direta com a capacidade de absorção de água, também chamada de constante de capilaridade. As taxas de conversão obtidas na presença de celulase adsorvida apresentaram correlação inversa com a constante de capilaridade, evidenciando que o mecanismo de hidrólise neste caso é fortemente dependente da camada de hidratação da celulose
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 15.04.2011
  • Acesso online ao documento

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    Exemplares físicos disponíveis nas Bibliotecas da USP
    BibliotecaCód. de barrasNúm. de chamada
    CQ30100018195T541.3453 O34h
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    • ABNT

      OGEDA, Thais Lucy; PETRI, Denise Freitas Siqueira. Hidrólise enzimática de celuloses pré-tratadas. 2011.Universidade de São Paulo, São Paulo, 2011. Disponível em: < http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/46/46132/tde-18082011-090821/ >.
    • APA

      Ogeda, T. L., & Petri, D. F. S. (2011). Hidrólise enzimática de celuloses pré-tratadas. Universidade de São Paulo, São Paulo. Recuperado de http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/46/46132/tde-18082011-090821/
    • NLM

      Ogeda TL, Petri DFS. Hidrólise enzimática de celuloses pré-tratadas [Internet]. 2011 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/46/46132/tde-18082011-090821/
    • Vancouver

      Ogeda TL, Petri DFS. Hidrólise enzimática de celuloses pré-tratadas [Internet]. 2011 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/46/46132/tde-18082011-090821/

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