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Limite vertical à soberania dos Estados: fronteira entre espaço aéreo e ultraterrestre (2011)

  • Authors:
  • USP affiliated authors: BITTENCOURT NETO, OLAVO DE OLIVEIRA - FD
  • USP Schools: FD
  • Sigla do Departamento: DIN
  • Subjects: DIREITO AÉREO; DIREITO INTERNACIONAL PÚBLICO; AVIAÇÃO; DIREITO ESPACIAL
  • Language: Português
  • Abstract: A presente tese de doutorado objetiva estudar a problemática da extensão vertical da soberania estatal, acima da superfície terrestre, baseada na compreensão do território do Estado como espaço tridimensional. Se não há risco de conflito de jurisdição no sentido do subsolo, o mesmo não pode ser dito em relação ao espaço aéreo que, a partir de determinada altitude, até o momento não definida, dá lugar ao espaço ultraterrestre. De acordo com a Convenção de Chicago, de 1944, os Estados exercem soberania absoluta e exclusiva sobre a coluna de ar que se ergue acima de seus territórios. Por sua vez, o Tratado do Espaço, de 1967, dispõe que o espaço uItraterrestre não pode ser objeto de apropriação nacional por qualquer meio. Não obstante, a fronteira que distingue estes dois regimes jurídicos imiscíveis, após mais de 40 anos de discussões diplomáticas, continua em debate. No âmbito do Comitê das Nações Unidas para Uso Pacífico do Espaço (COPUOS), verificam-se duas teses em relação ao tema: a primeira, do grupo de países que recebeu a denominação de "espacialistas", defende a demarcação de fronteira entre território aéreo e uItraterrestre, de forma clara, com base em critérios científicos ou acordados de comum acordo; a outra, daqueles chamados "funcionalistas", entende ser desnecessária ou impossível a fixação de limites, de modo que as atividades realizadas nesses territórios deveriam ser analisadas conforme seus próprios objetivos. O impasse entre essas duas escolas de pensamento contribuiu para o estabelecimento de uma realidade contraditória: o espaço ultraterrestre, de fato, constitui a fronteira final dos territórios estatais, que, embora finitos, estendem-se verticalmente, acima da superfície, de forma indefinida. Destarte, apresenta-se tese favorável à delimitação da fronteira entre espaço aéreo e ultraterrestre, mediante(continua)(continuação)tratado internacional, que igualmente inclua regras aplicáveis a direito de passagem de objetos espaciais durante fases de lançamento e reentrada, respeitando interesses do Estado territorial
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 15.08.2011
  • Acesso online ao documento

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    • ABNT

      BITTENCOURT NETO, Olavo de Oliveira; CASELLA, Paulo Borba. Limite vertical à soberania dos Estados: fronteira entre espaço aéreo e ultraterrestre. 2011.Universidade de São Paulo, São Paulo, 2011. Disponível em: < http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/2/2135/tde-15052012-095902/pt-br.php >.
    • APA

      Bittencourt Neto, O. de O., & Casella, P. B. (2011). Limite vertical à soberania dos Estados: fronteira entre espaço aéreo e ultraterrestre. Universidade de São Paulo, São Paulo. Recuperado de http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/2/2135/tde-15052012-095902/pt-br.php
    • NLM

      Bittencourt Neto O de O, Casella PB. Limite vertical à soberania dos Estados: fronteira entre espaço aéreo e ultraterrestre [Internet]. 2011 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/2/2135/tde-15052012-095902/pt-br.php
    • Vancouver

      Bittencourt Neto O de O, Casella PB. Limite vertical à soberania dos Estados: fronteira entre espaço aéreo e ultraterrestre [Internet]. 2011 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/2/2135/tde-15052012-095902/pt-br.php

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