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Infecção de corrente sanguínea em pacientes ambulatoriais transplantados de medula óssea (2011)

  • Authors:
  • USP affiliated authors: LEITE, RACHEL RUSSO - FM
  • USP Schools: FM
  • Sigla do Departamento: MIP
  • Subjects: TRANSPLANTE DE MEDULA ÓSSEA; INFECÇÕES BACTERIANAS; PACIENTES AMBULATORIAIS; BACTÉRIAS
  • Keywords: Bacteremia; Bone marrow transplantation; Infecção; Infection; Outpatients
  • Language: Português
  • Abstract: Introdução: Infecção de corrente sanguínea é uma das principais complicações dos pacientes transplantados de medula óssea. Poucos estudos avaliam os pacientes transplantados que realizam acompanhamento ambulatorial. Objetivos: Descrever o perfil dos agentes isolados de infecção de corrente sanguínea de pacientes transplantados que realizam acompanhamento ambulatorial no HCFMUSP. Avaliar a proporção e fatores de risco associados com internação e óbitos desses pacientes. Método: Análise retrospectiva dos prontuários de pacientes acompanhados no ambulatório de TMO que apresentaram hemocultura positiva colhida durante janeiro de 2004 a dezembro de 2008. Os dados foram analisados utilizando o Epi Info 3.5.1, o nível de significância adotado foi de 5%. Hospitalização e óbito em 30 dias foram os desfechos avaliados e foram calculados fatores de risco associados nas análises bivariada e multivariada. Resultados: Os principais agentes isolados foram S. maltophilia (15%), SCN (12%), Acinectobacter spp (9%). Dos episódios ocorridos, 88% eram monomicrobianos e 12% polimicrobianos, em ambas a ocorrência de gram-negativos foi predominante. A internação hospitalar ocorreu em 26% dos episódios, sendo encontrado na analise bivariada e multivariada como fator protetor a realização de transplante autólogo. O óbito em 30 dias ocorreu em 10% dos isolados e foi encontrado, na análise bivariada, como fator de risco o isolamento de gram-positivos e a presença de neutropenia grave. A análise multivariada encontrou como fator protetor para óbito em 30 dias o uso do score MASCC, não sendo evidenciados fatores de risco. Conclusões: Os gram-negativos foram os principais agentes isolados neste estudo, destacando-se o isolamento de Stenotrophomonas maltophilia.A ocorrência de hospitalização e óbito não foi elevada, o transplante autólogo foi fator protetor para hospitalização e o uso do score MASCC fator protetor pra óbito em 30 dias. Mais estudos que avaliem o tratamento ambulatorial de pacientes transplantados de medula óssea a fim de possibilitar uma melhor qualidade de vida desses pacientes são necessários
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 09.11.2011
  • Acesso online ao documento

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    • ABNT

      LEITE, Rachel Russo; COSTA, Silvia Figueiredo. Infecção de corrente sanguínea em pacientes ambulatoriais transplantados de medula óssea. 2011.Universidade de São Paulo, São Paulo, 2011. Disponível em: < http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5134/tde-26012012-093429/ >.
    • APA

      Leite, R. R., & Costa, S. F. (2011). Infecção de corrente sanguínea em pacientes ambulatoriais transplantados de medula óssea. Universidade de São Paulo, São Paulo. Recuperado de http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5134/tde-26012012-093429/
    • NLM

      Leite RR, Costa SF. Infecção de corrente sanguínea em pacientes ambulatoriais transplantados de medula óssea [Internet]. 2011 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5134/tde-26012012-093429/
    • Vancouver

      Leite RR, Costa SF. Infecção de corrente sanguínea em pacientes ambulatoriais transplantados de medula óssea [Internet]. 2011 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5134/tde-26012012-093429/

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