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Detecção de machos diploides, estrutura genética populacional e organização sopcial em abelhas do gênero Euglossa (Appidae: Euglossini) (2012)

  • Authors:
  • USP affiliated authors: BOFF, SAMUEL VIEIRA - FFCLRP
  • USP Schools: FFCLRP
  • Sigla do Departamento: 592
  • Subjects: ABELHAS (MACHO); ORQUÍDEA; DIVERSIDADE GENÉTICA; VOO ANIMAL; ENTOMOLOGIA
  • Language: Português
  • Abstract: Os insetos da ordem Hymenoptera são organismos haplodiploides. Machos diploides são estéreis ou inviáveis e podem ser produzidos por meio da endogamia, quando um indivíduo é homozigoto no loco da determinação sexual. Nas pequenas populações, com baixa diversidade genética, a endogamia é alta levando à produção de machos diploides, tornando a população mais propensa a extinção. Estudos anteriores têm sugerido que as abelhas das orquídeas da tribo Euglossini (Apidae) apresentam alta produção de machos diploides (PMD), enquanto estudos mais recentes sugerem uma baixa frequência. Nosso objetivo foi estudar populações de Euglossini em áreas geograficamente separadas (continente e 3 ilhas) e verificar se a variabilidade genética é menor nas ilhas isoladas e se a produção de machos diplóides é superior nestas ilhas, usando sete microssatélites altamente variáveis. A hipótese a ser testada, baseado nas premissas que a endogamia é maior em áreas menores, é que as abelhas provindas das ilhas têm maior frequência de machos diploides do que no continente. As abelhas foram coletadas no continente (Município de São Sebastião) e em três ilhas: Ilhabela, Ilha de Búzios e Ilha da Vitória com o auxílio de iscas aromáticas. A detecção dos machos diploides, a diversidade e diferenciação genética foram calculadas através de programas específicos. Entre 1319 machos genotipados para todas as áreas 5% eram diploides. Na menor e mais isolada das ilhas estudadas (Ilha da Vitória) a frequência de machos diploides foi 10%, embora a riqueza de alelos e a heterozigose nesta ilha não tenha sido significativamente menor que nas demais áreas. A ausência de diferenciação genética entre as ilhas e o continente sugere que a distancia entre as áreas estudadas não é uma barreira geográfica à dispersão das abelhas. Todavia a população da Ilha da Vitória sofre mais que as demais áreas os efeitosda endogamia (maior frequência de machos diploides). O acasalamento entre aparentados deve ser mais comum na Ilha da Vitória, possivelmente devido ao menor tamanho da população
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 15.06.2012

  • Exemplares físicos disponíveis nas Bibliotecas da USP
    BibliotecaCód. de barrasNúm. de chamada
    FCLRP20800046573Boff, Samuel Vieira
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    • ABNT

      BOFF, Samuel Vieira; ALVES DOS SANTOS, Isabel. Detecção de machos diploides, estrutura genética populacional e organização sopcial em abelhas do gênero Euglossa (Appidae: Euglossini). 2012.Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto, 2012.
    • APA

      Boff, S. V., & Alves dos Santos, I. (2012). Detecção de machos diploides, estrutura genética populacional e organização sopcial em abelhas do gênero Euglossa (Appidae: Euglossini). Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto.
    • NLM

      Boff SV, Alves dos Santos I. Detecção de machos diploides, estrutura genética populacional e organização sopcial em abelhas do gênero Euglossa (Appidae: Euglossini). 2012 ;
    • Vancouver

      Boff SV, Alves dos Santos I. Detecção de machos diploides, estrutura genética populacional e organização sopcial em abelhas do gênero Euglossa (Appidae: Euglossini). 2012 ;

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