Ver registro no DEDALUS
Exportar registro bibliográfico

Determinação da mudança na composição da película adquirida formada sobre esmalte e dentina após a exposição ácida: estudo proteômico (2013)

  • Authors:
  • USP affiliated authors: DELECRODE, TAISA RIBAS - FOB
  • USP Schools: FOB
  • Sigla do Departamento: BAB
  • Subjects: ESMALTE DENTÁRIO; DENTINA; CÁRIE DENTÁRIA; EROSÃO DE DENTE; ÁCIDO LÁCTICO
  • Language: Português
  • Abstract: O objetivo deste trabalho foi analisar as mudanças no perfil protéico em películas adquiridas formadas in situ, em diferentes tempos, sobre o esmalte e sobre a dentina humana após a exposição a dois tipos de ácido: lático e cítrico. Foram utilizados 162 blocos de esmalte e 162 blocos de dentina humana (3X3 mm). Os experimentos foram realizados em três dias consecutivos. Em cada dia, os voluntários (n=9) utilizavam um dispositivo mandibular contendo 6 blocos de esmalte e 6 blocos de dentina. Na sequência, os voluntários permaneceram com o dispositivo na cavidade bucal por 10 ou 120 minutos para formação de película adquirida. Os blocos foram então imersos em ácido cítrico (1%, pH 2,5) ou ácido lático (0,1 M pH 4,8) ou água deionizada por 20 segundos. Na sequência, a película foi removida com um papel de filtro umedecido em ácido cítrico a 3%. Este procedimento foi repetido por mais dois dias adicionais e foi confeccionado um pool com os papeis de filtro obtidos dos 9 voluntários, para cada tipo de substrato, tempo de coleta e meio de imersão. Após extração das proteínas, as mesmas foram submetidas à cromatografia líquida de fase reversa interligada a um espectrômetro de massas (nLC-ESI-MS/MS). Os dados obtidos de MS/MS foram processados e submetidos conjuntamente ao programa SEQUEST [Proteome Discoverer 1.3 (Thermo Scientific)]. As buscas foram feitas utilizando-se os bancos de dados SWISS-PROT e TrEMBL. Para o esmalte, a taxa de identificação de proteínas foi baixa (13 proteínas no total). Já para a dentina, a taxa de identificação de proteínas foi maior (223 proteínas no total), sendo que a exposição ao ácido cítrico reduziu dramaticamente o número de proteínas identificado, o que não aconteceu para o ácido lático. Proteínas ácido-resistentes foram identificadas tanto para o esmalte quanto para a dentina, destacando-se as queratinas e as mucinas, respectivamente.Estas proteínas, ou os peptídeos oriundos delas responsáveis pelo efeito protetor, são candidatas a serem utilizadas para o enriquecimento de produtos odontológicos, visando à prevenção da cárie e erosão dentária.
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 09.10.2013

  • Exemplares físicos disponíveis nas Bibliotecas da USP
    BibliotecaCód. de barrasNúm. de chamada
    FOB11600039723D377d
    How to cite
    A citação é gerada automaticamente e pode não estar totalmente de acordo com as normas

    • ABNT

      DELECRODE, Taisa Ribas; BUZALAF, Marília Afonso Rabelo. Determinação da mudança na composição da película adquirida formada sobre esmalte e dentina após a exposição ácida: estudo proteômico. 2013.Universidade de São Paulo, Bauru, 2013.
    • APA

      Delecrode, T. R., & Buzalaf, M. A. R. (2013). Determinação da mudança na composição da película adquirida formada sobre esmalte e dentina após a exposição ácida: estudo proteômico. Universidade de São Paulo, Bauru.
    • NLM

      Delecrode TR, Buzalaf MAR. Determinação da mudança na composição da película adquirida formada sobre esmalte e dentina após a exposição ácida: estudo proteômico. 2013 ;
    • Vancouver

      Delecrode TR, Buzalaf MAR. Determinação da mudança na composição da película adquirida formada sobre esmalte e dentina após a exposição ácida: estudo proteômico. 2013 ;

    Últimas obras dos mesmos autores vinculados com a USP cadastradas na BDPI: