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Estatinas como coadjuvantes nos tratamentos da doença de Chagas e leishmanioses (2014)

  • Authors:
  • USP affiliated authors: RODRIGUES, KELLY CRISTINA - FCFRP
  • USP Schools: FCFRP
  • Sigla do Departamento: S/D
  • Subjects: TRYPANOSOMA CRUZI; LEISHMANIA; ENZIMAS (TRATAMENTO)
  • Keywords: estatinas; Leishmania spp; Leishmania spp; statins; Trypanosoma cruzi
  • Language: Português
  • Abstract: As doenças denominadas como negligenciadas têm causado nos últimos anos uma preocupação muito acentuada na comunidade científica e para as autoridades de saúde, relacionada às suas terapêuticas, no sentido de que os medicamentos existentes não se apresentam totalmente eficazes, além de determinarem efeitos colaterais extremamente elevados. Nesse perfil se encaixam a doença de Chagas e as Leishmanioses, etiologias determinadas respectivamente por Trypanosoma cruzi e parasitas do gênero Leishmania. Como proposta de encontrarmos uma alternativa para o tratamento dessas parasitoses, avaliamos o potencial terapêutico de três estatinas (sinvastatina, pravastatina e mevastatina), comercialmente encontradas para o tratamento de níveis elevados de colesterol e triglicérides, baseado no princípio de que a rota bioquímica para a formação de colesterol é semelhante à do ergosterol, componente da membrana plasmática desses protozoários. Foram realizadas avaliações in vitro e in vivo das estatinas puras e de suas associações com o benzonidazol, medicamento de referência no tratamento da doença de Chagas e com a anfotericina B, medicamento de referência no tratamento das leishmanioses, partindo do pressuposto que a substituição do benzonidazol / anfotericina B ou a diminuição de suas doses em combinação com as estatinas, atuando como coadjuvantes, pudessem auxiliar no tratamento e diminuir os efeitos colaterais provocados pela medicação. Observou-se nos ensaios com T. cruzi in vitro boa atividade antiparasitária, com valores de porcentagem de lise celular mais altos ou comparados aos encontrados para o benzonidazol, já in vivo, apenas a mevastatina apresentou redução da parasitemia em relação ao controle positivo e às outras estatinas testadas. Nos ensaios com L. braziliensis e L. major não foi observado resultado significante, tanto in vitro como in vivo, apesar de em algumassituações encontrarmos resultados próximos ao controle positivo
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 31.01.2014
  • Acesso online ao documento

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    Exemplares físicos disponíveis nas Bibliotecas da USP
    BibliotecaCód. de barrasNúm. de chamada
    FCFRP10600016068Rodrigues, Kelly Cristina
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    • ABNT

      RODRIGUES, Kelly Cristina; ALBUQUERQUE, Sérgio de. Estatinas como coadjuvantes nos tratamentos da doença de Chagas e leishmanioses. 2014.Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto, 2014. Disponível em: < http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/60/60135/tde-27032014-154457/ >.
    • APA

      Rodrigues, K. C., & Albuquerque, S. de. (2014). Estatinas como coadjuvantes nos tratamentos da doença de Chagas e leishmanioses. Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto. Recuperado de http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/60/60135/tde-27032014-154457/
    • NLM

      Rodrigues KC, Albuquerque S de. Estatinas como coadjuvantes nos tratamentos da doença de Chagas e leishmanioses [Internet]. 2014 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/60/60135/tde-27032014-154457/
    • Vancouver

      Rodrigues KC, Albuquerque S de. Estatinas como coadjuvantes nos tratamentos da doença de Chagas e leishmanioses [Internet]. 2014 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/60/60135/tde-27032014-154457/

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