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Relaxação magnética em ligas magnéticas diluídas (2014)

  • Authors:
  • USP affiliated authors: ZAWADZKI, KRISSIA DE - IFSC
  • USP Schools: IFSC
  • Sigla do Departamento: FFI
  • Subjects: EFEITO KONDO; MAGNETISMO; MATERIAIS MAGNÉTICOS
  • Keywords: Nuvem Kondo; Propriedades magnéticas
  • Language: Português
  • Abstract: Na década de 60, Kondo mostrou que o mínimo de resistividade observado em alguns metais a baixas temperaturas é devido ao acoplamento antiferromagnético entre impurezas e a banda de condução do metal hospedeiro. Embora muitos resultados teóricos e experimentais tenham sido obtidos desde então, uma interessante questão remanesce: a estrutura da nuvem de elétrons de condução que blinda o momento magnético da impureza. Com o objetivo de estudar essa estrutura, apresentamos um procedimento de Grupo de Renormalização Numérico (NRG) para computar a taxa NMR de relaxação longitudinal 1⁄T1 de uma ponta de prova como função da temperatura e da distância R entre a ponta e a impureza. Introduzimos uma base quântica contendo dois conjuntos de estados de condução. Os elementos de um dos conjuntos, denotados ƒn, são ondas s acopladas à impureza e descritas pelo Hamiltoniano de Anderson, que pode ser diagonalizado pelo procedimento tradicional de NRG. Cada elemento do segundo subconjunto, denotado cε, é uma combinação linear de um estado de onda s centrado na ponta de prova com os ƒns, de modo que os cε são ortogonais aos ƒns. Diferente dos ƒns, os cε são desacoplados da impureza. Com base nessas definições, mostramos que 1⁄T1 tem três componentes, que chamamos escalar, vetorial e matricial. A componente escalar, associada com os estados cε espalhados pela ponta de prova, é independente da temperatura e fracamente dependentede R. A componente (1⁄T1)mat, associada com os elétrons ƒn, decai rapidamente com R. Damos atenção especial à componente vetorial (1⁄T1)vet, que está associada ao espalhamento cruzado de canais ƒn e cε, e domina para distâncias R grandes. A dependência térmica da taxa de relaxação mostra que há uma mudança no comportamento da curva quando passamos por RK ∝ T-1K. No limite de altas temperaturas, observamos que (1⁄T1)vet(T) pode ser mapeada nas curvas de condutância Gside(T⁄TK) e GSET (T⁄TK). Com respeito à dependência espacial, analisamos as oscilações de Friedel. A partir desses resultados verificamos a relação RK = hvF⁄ KBTK e mostramos que as fases das oscilações de Fridel mudam quando olhamos para o interior e o exterior da nuvem
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 13.02.2014
  • Acesso online ao documento

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    • ABNT

      ZAWADZKI, Krissia de; OLIVEIRA, Luiz Nunes de. Relaxação magnética em ligas magnéticas diluídas. 2014.Universidade de São Paulo, São Carlos, 2014. Disponível em: < http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/76/76132/tde-24042014-091147/ >.
    • APA

      Zawadzki, K. de, & Oliveira, L. N. de. (2014). Relaxação magnética em ligas magnéticas diluídas. Universidade de São Paulo, São Carlos. Recuperado de http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/76/76132/tde-24042014-091147/
    • NLM

      Zawadzki K de, Oliveira LN de. Relaxação magnética em ligas magnéticas diluídas [Internet]. 2014 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/76/76132/tde-24042014-091147/
    • Vancouver

      Zawadzki K de, Oliveira LN de. Relaxação magnética em ligas magnéticas diluídas [Internet]. 2014 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/76/76132/tde-24042014-091147/

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