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O uso do terceiro molar na estimativa de idade em brasileiros (2015)

  • Authors:
  • USP affiliated authors: DEITOS, ALEXANDRE RAPHAEL - FO
  • USP Schools: FO
  • Subjects: TERCEIRO MOLAR; DETERMINAÇÃO DA IDADE PELOS DENTES; ANTROPOLOGIA JURÍDICA; IMPUTABILIDADE
  • Keywords: Antropologia forense; Estimativa de idade; Identificação Humana; Imputabilidade; Terceiro molar
  • Language: Português
  • Abstract: A estimativa de idade em indivíduos vivos ou mortos desempenha um importante papel das ciências forenses, pois pode ser requisitada para propósitos civis ou por razões criminais: desastres em massa, adoção, asilo, direitos civis ou imputabilidade penal, dentre outros. Os dentes desempenham um protagonismo neste contexto, pois são mais resistentes que os ossos em condições ambientais extremas e seu desenvolvimento dificilmente é afetado por fatores exógenos ou endógenos. Pelo fato dos terceiros molares (3ºM) serem os únicos ainda em desenvolvimento a partir dos 14 anos de idade, tornam-se úteis para determinar se um indivíduo atingiu a maioridade legal aos 18 anos de idade. As técnicas desenvolvidas na atualidade para estimativa de idade em pessoas vivas em sua maioria dependem de imagens radiográficas dos dentes, pois é um método não-invasivo e com potencial de conseguir amostras de banco de dados de clínicas radiológicas para estudos populacionais. Este estudo almejou verificar o método de Cameriere et al. (2008c) (MC) em brasileiros, no intuito de estabelecer parâmetros para discriminar se um indivíduo é maior ou menor de 18 anos de idade a partir do índice de maturidade do 3ºM (I3m); também teve como objetivo comparar a sensibilidade (SE) e a especificidade (ES) deste método com os estágios G e H do método desenvolvido por Demirjian et al. (1973) e adaptado por Mincer et al. (1993) (MD). A análise de 444 radiografias panorâmicas de indivíduos entre as idades de 14 a 22anos resultou em, para o valor de corte do I3m=0,08 (MC) - à exceção da faixa [0,7, 0.9) - e aos estágios E e F (MD). O método é adequado para estimar a idade adulta para propósitos forenses em brasileiros, entretanto deve ser aplicado cuidadosa e criteriosamente. Recomenda-se uma combinação de diversos métodos disponíveis para aumentar sua acurácia, bem como o estabelecimento de diferentes parâmetros de probabilidade para determinar se uma pessoa é maior ou menor de 18 anos de idade, a depender dos diferentes requisitos legais, se civil ou criminal.
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 28.01.2015
  • Acesso online ao documento

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    FO11500029358T5.012
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    • ABNT

      DEITOS, Alexandre Raphael; BIAZEVIC, Maria Gabriela Haye. O uso do terceiro molar na estimativa de idade em brasileiros. 2015.Universidade de São Paulo, São Paulo, 2015. Disponível em: < http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/23/23153/tde-15042015-170618/ >.
    • APA

      Deitos, A. R., & Biazevic, M. G. H. (2015). O uso do terceiro molar na estimativa de idade em brasileiros. Universidade de São Paulo, São Paulo. Recuperado de http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/23/23153/tde-15042015-170618/
    • NLM

      Deitos AR, Biazevic MGH. O uso do terceiro molar na estimativa de idade em brasileiros [Internet]. 2015 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/23/23153/tde-15042015-170618/
    • Vancouver

      Deitos AR, Biazevic MGH. O uso do terceiro molar na estimativa de idade em brasileiros [Internet]. 2015 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/23/23153/tde-15042015-170618/

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