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Papel protetor da quinase ativada por adenosina monofosfato (AMPK) na progressão e severidade da nefrite tubulointersticial experimental (2017)

  • Authors:
  • USP affiliated authors: MACêDO, MARINA BARGUIL - ICB
  • USP Schools: ICB
  • Sigla do Departamento: BMI
  • Subjects: ATIVAÇÃO ENZIMÁTICA; ADENOSINA; MACRÓFAGOS; METABOLISMO ANIMAL; METABOLISMO; TÚBULOS RENAIS; CAMUNDONGOS
  • Keywords: Adenosine monophosphate activated kinase (AMPK); Chronic kidney disease; Doença renal crônica; Immunometabolism; Imunometabolismo; Macrófagos; Macrophages; Metformin; Metformina; Quinase ativada por adenosina monofosfato (AMPK)
  • Language: Português
  • Abstract: Objetivamos investigar o papel da quinase ativada por adenosina monofosfato (AMPK) na doença renal crônica. Induzimos nefrite túbulo-intersticial (NTI) em camundongos C57BL/6 e LyzM-cre AMPKflox/flox através de ração com adenina, e tratamos com metformina (Met) 200 mg/kg/dia. Avaliamos ainda o efeito da Met sobre a transição epitélio-mesenquimal (TEM) em células tubulares epiteliais renais murinas (linhagem MM55.K). Os C57BL/6 tratados apresentaram preservação da função renal; maior frequência de macrófagos (MØ) M1, em detrimento dos M2; e redução de marcadores de fibrose. Os LyzM-cre AMPK-/- não diferiram dos LyzM-cre AMPK+/+ quanto à intensidade da lesão, por a molécula já se encontrar infrarregulada na NTI. Contudo, ao serem tratados com Met, os LyzM-cre AMPK+/+ evoluíram melhor do que os não tratados, o mesmo não se verificando nos LyzM-cre AMPK-/-, sugerindo que a ação da Met nos MØ é dependente de AMPK. As MM55.K, após estímulo com Met, exibiram maior captação de glicose, expressão do transportador Glut-2, ativação da glicólise, e resistência à TEM
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 12.09.2017
  • Acesso online ao documento

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    Exemplares físicos disponíveis nas Bibliotecas da USP
    BibliotecaCód. de barrasNúm. de chamada
    ICB12100125014T-ICB^BMI^QW504^M141pp^2017
    How to cite
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    • ABNT

      MACÊDO, Marina Barguil; CÂMARA, Niels Olsen Saraiva. Papel protetor da quinase ativada por adenosina monofosfato (AMPK) na progressão e severidade da nefrite tubulointersticial experimental. 2017.Universidade de São Paulo, São Paulo, 2017. Disponível em: < http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/42/42133/tde-31012018-140525/ >.
    • APA

      Macêdo, M. B., & Câmara, N. O. S. (2017). Papel protetor da quinase ativada por adenosina monofosfato (AMPK) na progressão e severidade da nefrite tubulointersticial experimental. Universidade de São Paulo, São Paulo. Recuperado de http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/42/42133/tde-31012018-140525/
    • NLM

      Macêdo MB, Câmara NOS. Papel protetor da quinase ativada por adenosina monofosfato (AMPK) na progressão e severidade da nefrite tubulointersticial experimental [Internet]. 2017 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/42/42133/tde-31012018-140525/
    • Vancouver

      Macêdo MB, Câmara NOS. Papel protetor da quinase ativada por adenosina monofosfato (AMPK) na progressão e severidade da nefrite tubulointersticial experimental [Internet]. 2017 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/42/42133/tde-31012018-140525/

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