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Cinética de amolecimento da liga de alumí­nio AA 7075 durante recozimento após laminação a frio (2018)

  • Authors:
  • USP affiliated authors: SOUZA, SAUL HISSACI DE - EP
  • USP Schools: EP
  • Sigla do Departamento: PMT
  • Subjects: RECRISTALIZAÇÃO; LIGAS LEVES; ALUMÍNIO
  • Agências de fomento:
  • Language: Português
  • Abstract: O presente trabalho apresenta um estudo sobre o amolecimento após laminação e recozimento da AA 7075, uma liga de alumínio endurecível por precipitação . As amostras recebidas no estado T6 foram caracterizadas com auxílio das técnicas de microscopia óptica de luz polarizada, microscopia eletrônica de varredura, espectroscopia de raios X por dispersão de energia, difração de raios X, condutividade elétrica e dureza Vickers . As amostras foram então separadas em dois grupos. O primeiro sofreu um tratamento térmico de solubilização (485°C por 5 horas) enquanto o segundo foi submetido a um tratamento de superenvelhecimento (300°C por 5 horas) e, em seguida, ambos os grupos de amostras tratadas foram novamente caracterizadas pelas técnicas descritas anteriormente (exceto microscopia óptica) e laminadas a frio. Durante a etapa de laminação, constatou-se a dificuldade em causar deformação plástica na amostra solubilizada. Optou-se em conduzir o estudo com as amostras superenvelhecidas, que foram laminadas com reduções de 45%, 75% e 90% em espessura. A seguir, estas foram submetidas a tratamentos isotérmicos e isócronos com o objetivo de estudar a cinética de amolecimento das amostras deformadas a frio. As amostras superenvelhecidas e deformadas em 45% em redução de espessura, apresentaram somente indícios de início de recristalização (nas amostras tratadas a partir de 250°C por 1 hora) via EBSD, sendo que a maior parte do amolecimento pode ser explicada pelo mecanismo de recuperação. Além disso, a cinética de amolecimento das amostras recozidas nesse grupo apresentaram boa concordância com a lei logarítmica proposta por Kulhmann (1948) e (coincidentemente) também com o consolidado modelo JMAK. As amostras superenvelhecidas e deformadas em 75% e 90% apresentaram comportamento similar (isso é, principalmente recuperação) para recozimentos realizados emtemperaturas de até 350°C por uma hora. Recozimentos realizados a 400°C promoveram a recristalização total das amostras desse grupo para tempos inferiores a 15 minutos. Dessa forma, não foi possível estudar a cinética de recristalização para esse segundo grupo de amostras.
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 06.02.2018
  • Acesso online ao documento

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    • ABNT

      SOUZA, Saul Hissaci de; PADILHA, Angelo Fernando. Cinética de amolecimento da liga de alumí­nio AA 7075 durante recozimento após laminação a frio. 2018.Universidade de São Paulo, São Paulo, 2018. Disponível em: < http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/3/3133/tde-10042018-134754/pt-br.php >.
    • APA

      Souza, S. H. de, & Padilha, A. F. (2018). Cinética de amolecimento da liga de alumí­nio AA 7075 durante recozimento após laminação a frio. Universidade de São Paulo, São Paulo. Recuperado de http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/3/3133/tde-10042018-134754/pt-br.php
    • NLM

      Souza SH de, Padilha AF. Cinética de amolecimento da liga de alumí­nio AA 7075 durante recozimento após laminação a frio [Internet]. 2018 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/3/3133/tde-10042018-134754/pt-br.php
    • Vancouver

      Souza SH de, Padilha AF. Cinética de amolecimento da liga de alumí­nio AA 7075 durante recozimento após laminação a frio [Internet]. 2018 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/3/3133/tde-10042018-134754/pt-br.php

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