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Células tronco mesenquimais de medula óssea na regeneração periodontal. Prova de princípios - in vitro e in vivo (2016)

  • Authors:
  • USP affiliated authors: COSTA, CAMILA ALVES - FORP
  • USP Schools: FORP
  • Subjects: CÉLULAS-TRONCO; PROTEÍNAS DO ESMALTE DENTÁRIO; PERIODONTIA
  • Keywords: Células tronco; Enamel matrix derivate; Periodontal regeneration; Proteínas do esmalte dental; Regeneração; Stem cells
  • Language: Português
  • Abstract: Estudos clínicos tem mostrado resultados satisfatórios na aplicação da matriz derivada de esmalte (MDE) nas superfícies radiculares. Porém, a completa regeneração de todos os tecidos periodontais perdidos permanece como um desafio. Na tentativa de alcançar esse objetivo o uso de células tronco mesenquimais derivadas de medula óssea (CTM-MO) em um veículo apropriado na engenharia tecidual vem sendo bastante estudada. Uma interessante aplicação da MDE seria como um mediador biológico específico para CTMMO no intuito de promover a diferenciação e proliferação celular e auxiliar nos processos de regeneração periodontal. Sendo assim, o objetivo do presente estudo é avaliar a influência do Emdogain (EMD) e seu veículo alginato de propileno glicol (APG) na proliferação, diferenciação e mineralização de CTM-MO CD 45-90+. Células estromais de medula óssea (CE-MO) foram coletadas da crista ilíaca de ratos Wistar-Kyoto, isoladas pelo método Ficoll e separadas em CTM-MO CD 45-90+ por citometria de fluxo. A caracterização dessas células como células tronco se deu por meio de análise da presença de marcadores de células tronco (gene REX-1 e antígeno de superfície CD 90), habilidade de formação de colônias e capacidade de expressar fenótipo osteogênico e adipogênico. Após a caracterização, as CTM-MO CD 45-90+ foram plaqueadas com um dos seguintes tratamentos: Grupo Controle Positivo - meio contendo 10% de soro fetal bovino (SFB); Grupo Controle Negativo - meio contendo 2% de SFB; Grupo APGmeio contendo 2% de SFB associado a 25 μg/ml de APG; Grupo EMD meio contendo 2% de SFB associado a 25 μg/ml de EMD. A avaliação da proliferação celular foi realizada por ensaio de MTT em 3, 7, 10 e 14 dias. Após diferenciação osteoblástica, a atividade de fosfatase alcalina (ALP) e a avaliação da capacidade de diferenciação celular feita por análise genética (PCR) dos genes osterix (OSX), osteopontina (OPN), ALP e RUNX2 foram mensuradas em 7, 10 e 14 dias. A mineralização de matriz extracelular foi avaliada qualitativamente por meio de ensaios de Von Kossa e Alizarina Red e quantitativamente pela mensuração do teor de cálcio. CTM-MO CD 45-90+ apresentaram maior expressão de REX-1, maior quantidade de antígeno de superfície CD 90, e mais unidades formadoras de colônia do que CE-MO. Além disso, foram capazes de expressar fenótipos osteoblástico e adipogênico. EMD e APG não influenciaram a proliferação de CTM-MO CD 45-90+. A atividade de ALP não foi influenciada pelo EMD e foi reduzida no grupo APG. Ambos EMD e APG não influenciaram a expressão dos genes OSX e RUNX2 em 7 e 10 dias e reduziram em 14 dias. O EMD não influenciou a expressão gênica de ALP e OPN, mas a presença do gel de alginato de propileno glicol pareceu prover melhores resultados, com maiores expressões de OPN e ALP. Os grupo EMD e APG apresentaram menor mineralização de matriz extracelular em 28 dias comparados aos grupos controles. Conclui-se que o EMD não influenciou a proliferação, atividade de ALPe diferenciação de CTM-MO CD 45-90+, mas a presença do gel (APG) parece otimizar a diferenciação dessas células. Ambos, APG e EMD reduziram a mineralização de matriz extracelular
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 21.06.2016
  • Acesso online ao documento

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    • ABNT

      COSTA, Camila Alves; BULLE, Daniela Bazan Palioto. Células tronco mesenquimais de medula óssea na regeneração periodontal. Prova de princípios - in vitro e in vivo. 2016.Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto, 2016. Disponível em: < http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/58/58132/tde-12072016-161505/ >.
    • APA

      Costa, C. A., & Bulle, D. B. P. (2016). Células tronco mesenquimais de medula óssea na regeneração periodontal. Prova de princípios - in vitro e in vivo. Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto. Recuperado de http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/58/58132/tde-12072016-161505/
    • NLM

      Costa CA, Bulle DBP. Células tronco mesenquimais de medula óssea na regeneração periodontal. Prova de princípios - in vitro e in vivo [Internet]. 2016 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/58/58132/tde-12072016-161505/
    • Vancouver

      Costa CA, Bulle DBP. Células tronco mesenquimais de medula óssea na regeneração periodontal. Prova de princípios - in vitro e in vivo [Internet]. 2016 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/58/58132/tde-12072016-161505/

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