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Estudo do gene EMC2 em câncer de mama: abordagens de bioinformática e funcionais (2018)

  • Authors:
  • USP affiliated authors: CASTRO, MARCELA MOTTA DE - FMRP
  • USP Schools: FMRP
  • Sigla do Departamento: RBP
  • Subjects: BIOINFORMÁTICA; NEOPLASIAS MAMÁRIAS; PROLIFERAÇÃO CELULAR; CICLO CELULAR; TRANSIÇÃO EPIDEMIOLÓGICA
  • Keywords: Bioinformática; Proliferação celular; Câncer de mama; Ciclo celular; Complexo EMC; EMC2; Bioinformatics; EMC complex; Breast cancer; Cell proliferation; Cell cycle
  • Language: Português
  • Abstract: Em mulheres, o câncer de mama é o tipo mais incidente depois do tumor de pele não melanoma e é uma das principais causas de morte por câncer. Apesar dos avanços já alcançados na caracterização da doença, a busca por novos marcadores moleculares para diagnóstico, tratamento e entendimento molecular da doença é de extrema importância. Estudos em nosso laboratório apontaram a proteína EMC1 (do inglês, Endoplasmic Reticulum Complex 1) como relacionada a propriedades malignas em linhagens celulares de câncer de mama e melanoma, incluindo aumento no crescimento tumoral em ensaios in vivo. Como essa proteína faz parte do complexo EMC, formado por 10 proteínas, despertou-se em nosso laboratório o interesse no estudo das demais proteínas do complexo. Assim, o presente estudo tem início com a análisa de dados em larga escala do banco The Cancer Genome Atlas (TCGA) em um painel de 32 tipos de câncer. Os resultados obtidos indicaram uma significante associação de expressão elevada de diversos genes EMCs com pior sobrevida dos pacientes. O gene EMC2, que se localiza na região cromossômica altamente amplificada em diversos tumores (8q23.1), se destaca pela alta frequência (40%) de pacientes com superexpressão em câncer de mama entre todos os casos do TCGA (n=960). Em linhagens de câncer de mama, o knockdown de EMC2 causa redução na taxa proliferativa, assim como um atraso na progressão do ciclo celular através da fase M, após a remoção da droga despolimerizante de microtúbulos, nocodazol, utilizada para sincronização das células em mitose. Além disso, o knockdown de EMC2 causou mudanças na morfologia celular sugestivas de transição epitélio-mesenquima, o que pode justificar a menor proporção de pacientes com marcação de EMC2 média e alta em pacientes com câncer mama em estágios mais avançados, feitos por imuno-histoquímica. Em conjunto, nossos dados sugerem que o complexo EMC pode favorecer o desenvolvimento detumores e influenciar a sua malignidade. Além disso, a desregulação nos níveis de EMC2 pode afetar diversas características celulares, incluindo proliferação, ciclo celular e transição epitélio-mesenquima
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 15.06.2018
  • Acesso online ao documento

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    • ABNT

      CASTRO, Marcela Motta de; ESPREÁFICO, Enilza Maria. Estudo do gene EMC2 em câncer de mama: abordagens de bioinformática e funcionais. 2018.Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto, 2018. Disponível em: < http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17136/tde-13092018-102408/ >.
    • APA

      Castro, M. M. de, & Espreáfico, E. M. (2018). Estudo do gene EMC2 em câncer de mama: abordagens de bioinformática e funcionais. Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto. Recuperado de http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17136/tde-13092018-102408/
    • NLM

      Castro MM de, Espreáfico EM. Estudo do gene EMC2 em câncer de mama: abordagens de bioinformática e funcionais [Internet]. 2018 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17136/tde-13092018-102408/
    • Vancouver

      Castro MM de, Espreáfico EM. Estudo do gene EMC2 em câncer de mama: abordagens de bioinformática e funcionais [Internet]. 2018 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17136/tde-13092018-102408/

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