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Preferência e desuso de objetos de enriquecimento ambiental em suínos confinados (2018)

  • Authors:
  • USP affiliated authors: SANTOS, JONATHAN VINICIUS DOS - FZEA
  • USP Schools: FZEA
  • Subjects: COMPORTAMENTO ANIMAL; BEM-ESTAR DO ANIMAL
  • Language: Português
  • Abstract: total de 70,8 minutos e 36,5 eventos durante os três dias de exposição ao enriquecimento, seguido da garrafa pet e da corrente. Nas categorias dominante e intermediária o comportamento que apresentou maior frequência em relação aos outros comportamentos foi o ócio (P<0,05). Para os suínos subordinados, o comportamento mais frequente foi o ócio, seguido por comer e positivos (P<0,05). A temperatura ambiente dentro da CPA não diferiu (P>0,05) entre os compartimentos. A temperatura superficial da nuca foi maior (P<0,05) no período das 13h00 em relação ao das 7h00, porém, sem diferença para a concentração de cortisol (P>0,05). Com isso, conclui-se a preferência dos suínos foi pela corda de sisal, com desuso gradual de três dias, alterando a frequência comportamental, porém, a mesma não interferiu nos parâmetros fisiológicos estudados, demonstrando que não houve estresse nos animaisA manutenção do bem-estar animal no setor da suinocultura é um dos maiores desafios para os modernos sistemas de produção devido principalmente à intensificação, que acarreta aumento do estresse dos animais confinados. O objetivo do presente estudo foi avaliar a preferência de suínos por objetos suspensos como enriquecimento ambiental, desuso, comportamento social e parâmetros fisiológicos, submetidos a diferentes ambientes enriquecidos em Câmara de Preferência Ambiental (CPA). Foram utilizados 60 leitões com idade média de setenta dias (dez semanas), divididos em dois grupos contemporâneos. Na fase 1 foi realizada uma classificação hierárquica de 30 leitões, mantidos na baia da granja, de acordo com os comportamentos de bater, sem o revide da ação inicial, por três dias consecutivos, totalizando dezoito horas de observação, das 07h00 às 10h00 e das 15h00 às 18h00. Em seguida, após determinada a hierarquia, os leitões foram para a CPA, onde foram alojados 2 leitões (subordinados) em cada baia companhia e nas baias teste foram alojados 5 leitões (2 dominantes e 3 intermediários), por cinco dias (D-1, D0, D1, D2 e D3), e a cada semana um novo grupo de leitões teste foi introduzido na CPA. Esta metodologia foi repetida por quatro semanas com o primeiro grupo (fase 1). A fase 2 repetiu as observações de hierarquia e preferência com um novo grupo de 30 leitões. O delineamento experimental foi inteiramente casualizado. Os tratamentos foram os diferentes objetossuspensos para enriquecer o ambiente, inseridos a partir do dia 1 e retirados ao final da tarde: garrafa pet (politereftalado de etila) (objeto 1), corda de sisal (objeto 2), corrente (objeto 3) e ambiente controle (sem enriquecimento), cada qual em um dos compartimentos da CPA aleatoriamente. Durante todo o período experimental foram anotados a cada dez minutos os comportamentos individuais dos leitões, totalizando seis horas de observação comportamental diária, das 08h00 às 11h00 e das 13h00 às 16h00. Para avaliação destes comportamentos foi utilizado um etograma de trabalho com os parâmetros: agonístico, ócio, comendo, bebendo, vocalizando, estereotipia, positivos (lúdico, explorar, brincando com o enriquecimento) e outros. Foi caracterizado o ambiente térmico dentro de cada compartimento da CPA durante todo o período experimental por data logger (modelo U12-012) a cada quinze minutos e realizadas avaliações fisiológicas como: frequência respiratória, temperatura superficial da nuca por meio de câmera termográfica Termovisor (Alemanha) e colheita do fluído oral em dias alternados, no D0 e D2 de apenas um suíno companhia aleatório por compartimento e um suíno teste, duas vezes ao dia, às 07h00 e 13h00. Para a análise estatística dos dados comportamentais foi utilizado o procedimento GLIMMIX do SAS utilizando animal como medida repetida. Os tratamentos foram comparados pelo teste-t a 5%. O objeto que mais foi procurado e interagido pelos suínos foi a corda de sisal, com um
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 15.08.2018
  • Acesso online ao documento

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    • ABNT

      SANTOS, Jonathan Vinícius dos; TITTO, Cristiane Gonçalves. Preferência e desuso de objetos de enriquecimento ambiental em suínos confinados. 2018.Universidade de São Paulo, Pirassununga, 2018. Disponível em: < http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/74/74131/tde-20112018-134657/ >.
    • APA

      Santos, J. V. dos, & Titto, C. G. (2018). Preferência e desuso de objetos de enriquecimento ambiental em suínos confinados. Universidade de São Paulo, Pirassununga. Recuperado de http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/74/74131/tde-20112018-134657/
    • NLM

      Santos JV dos, Titto CG. Preferência e desuso de objetos de enriquecimento ambiental em suínos confinados [Internet]. 2018 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/74/74131/tde-20112018-134657/
    • Vancouver

      Santos JV dos, Titto CG. Preferência e desuso de objetos de enriquecimento ambiental em suínos confinados [Internet]. 2018 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/74/74131/tde-20112018-134657/

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