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Avaliação da trilha da glenoide no ombro (2018)

  • Authors:
  • USP affiliated authors: PECORA, JOSé OTáVIO REGGI - FM
  • USP Schools: FM
  • Sigla do Departamento: MOT
  • Subjects: ARTICULAÇÕES; CADÁVER; LUXAÇÃO DO OMBRO; FENÔMENOS FISIOLÓGICOS MUSCULOSQUELÉTICOS; SIMULAÇÃO; MODELOS MATEMÁTICOS
  • Keywords: Computer simulation; Finite elements; Glenoid track; Shoulder dislocation; Treatment failure
  • Language: Português
  • Abstract: Introdução: A trilha da glenoide é determinada pelo contato que a cartilagem da cavidade glenoidal promove na superfície articular da cabeça do úmero em abdução e rotação lateral. É considerada importante parâmetro na tomada de decisão do tipo de tratamento cirúrgico da instabilidade glenoumeral anterior. Os limites da trilha da glenoide foram definidos por meio de estudos em cadáveres ou por exames de imagem, que não contemplam as forças articulares fisiológicas envolvidas no contato articular. Modelos numéricos de elementos finitos têm a capacidade de simular essas forças articulares e seus efeitos no contato entre as superfícies articulares. Objetivo: Avaliar a trilha da glenoide em modelo numérico de elementos finitos do ombro. Métodos: Será construído um modelo numérico de elementos finitos do ombro baseado em exames de imagem de um voluntário. O modelo contemplará o úmero, a escápula, suas respectivas cartilagens articulares e os músculos do manguito rotador e deltóide. O modelo será validado quanto a sua anatomia e fisiologia e terá liberdade de translação em três eixos. A trilha da glenoide será avaliada nas seguintes posições: 0º, 60º, 90º e 120º de abdução, todas a 90º de rotação lateral. Para cada posição serão avaliadas as características de contato articular e medida a trilha da glenoide conforme referências da literatura. Resultados: O valor da trilha da glenoide em 90º de abdução, segundo parâmetros de Yamamoto, foi de 86% do comprimento máximo anteroposterior da cavidade glenoidal antesdo carregamento das forças, e de 79% após. A trilha da glenoide em 60º, 90º e 120º de abdução, segundo parâmetros de Omori, correspondeu respectivamente a 71%, 88% e 104% do comprimento anteroposterior de Omori antes do carregamento das forças, e, após, de 76%, 84% e 103%. Conclusão: Foi construído um modelo numérico validado de elementos finitos do ombro adequado para estudo do contato articular. A análise do contato articular desse modelo ratifica o conceito da trilha da glenoide e contribui para sua evolução
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 30.10.2018
  • Acesso online ao documento

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    • ABNT

      PECORA, José Otávio Reggi; FERREIRA NETO, Arnaldo Amado. Avaliação da trilha da glenoide no ombro. 2018.Universidade de São Paulo, São Paulo, 2018. Disponível em: < http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5140/tde-15012019-074544/ >.
    • APA

      Pecora, J. O. R., & Ferreira Neto, A. A. (2018). Avaliação da trilha da glenoide no ombro. Universidade de São Paulo, São Paulo. Recuperado de http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5140/tde-15012019-074544/
    • NLM

      Pecora JOR, Ferreira Neto AA. Avaliação da trilha da glenoide no ombro [Internet]. 2018 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5140/tde-15012019-074544/
    • Vancouver

      Pecora JOR, Ferreira Neto AA. Avaliação da trilha da glenoide no ombro [Internet]. 2018 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5140/tde-15012019-074544/

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